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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A Corrida

A Corrida
Eram onze horas da noite. O telefone toca. A família dorme. Darci dorme, teve um dia agitado
com esportes, aulas e a procura de estágio.
Laura ouve barulho no quarto do filho. Levanta-se e com voz de sono bate na porta e pergunta o
que está acontecendo.
Ele diz que está se arrumando para sair.
_Filho, você estava dormindo e se arruma para sair?
Darci conta que os seus amigos telefonaram e o convidaram para uma festa de aniversário. Eles
virão buscá-lo.
A mãe pergunta:
_Que festa é essa?
_A Ana, do basquete, resolveu reunir a turma em uma casa noturna.
Laura não quer que o filho vá. Ele está cansado. Por quê é que ele tem que ir à festa?
Ele senta na cama e diz que os seus amigos são bons. Diz também, que já tem dezoito anos e que
sabe se cuidar, ele não é mais criança.
_Meu filho, em você eu confio, o problema são os outros.
Darci insiste e ela se deixa vencer pela vontade do filho. Ela desce até a portaria do edifício e
espera junto com o filho o carro dos amigos.
Os amigos de Darci não bebem, são da geração saúde. Durante a festa, a turma combina uma
corrida coletiva na avenida, de madrugada.
Darci diz que não vai correr porque está cansado. A turma diz que é medo de perder. Ele está
com sono e não aceita o desafio, quer ir para casa.
Os amigos, em meio a gozação, dizem que levarão o filhinho da amãe para casa antes da corrida.
De repente, se torna engraçado ver o Darci aborrecido de ser chamado de filhinho da mamãe. A
turma recomeça a zoar com ele dentro do automóvel.
Um poste interrompe a zoeira. Darci telefona para a mãe e pede a ela que vá buscá-lo, no
hospital.

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