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domingo, 16 de março de 2014

Fácil de Enturmar

Fácil de Enturmar

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As crianças brincam na festa de aniversário da Belinha (apelido da Isabela que completa dez anos hoje).

As meninas trouxeram alguns brinquedos e os meninos também.

Uma das meninas trouxe uma boneca oriental, vinda da Malásia, trazida pela tia dela. Outra menina brinca com a boneca da Branca de Neve, a outra, brinca com a Barbie.

Um dos meninos trouxe um pato de borracha e outro menino trouxe a bola de voleibol.

Chega um amigo vindo de Curitiba trazendo o seu cachorro.

_Ele pode brincar com a gente?

As crianças olharam para o garoto de Curitiba e disseram que o cachorro podia olhar eles brincando, mas cachorro não joga bola, morde o pato de borracha e senta no colo das meninas que o tratam bem. Esse comportamento é para Curitiba, mas ele não estava em Curitiba.

_ A gente gosta de animais de estimação, mas não em reunião de amigos. Você quer jogar bola?

O garoto de Curitiba preferiu ficar com o cachorro a jogar bola. Os outros garotos preferiram jogar bola.

As meninas disseram que ele não sabia como se brincava por ali. Não tinha nada a ver com cachorro, era na amizade a brincadeira e o único cachorro que entrava na festa era o cachorro-quente.

_Coitado.

O garoto não sabia que não adiantava o cachorro ter passaporte e ter viajado para a Europa com ele, a brincadeira era somente para as crianças. Os cachorros ficariam no quintal, com ração e água. Não entrariam na festa. Eram as regras.

As crianças brincavam e, ao mesmo tempo ficavam aborrecidas pelo menino e o seu cachorro, quando chegou outro garoto e trouxe um urso de pelúcia cujo enfeite era um osso de borracha.

Finalmente o garoto de Curitiba conseguiu brincar, o seu cachorro brincava também.

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AlegreAlegreAlegreAlegreAlegreAlegreAlegreAlegreAlegreAlegreAlegreAlegreAlegreAlegreAlegre

E vi tantas crianças hoje, e todas me sorriram, e as mães sorriram também. Eram tantos os sentimentos bons que voltei comovida para casa.

Olhares entre um e três anos de idade, não dá para descrever.

Depois dizem por aí que eu vivo feliz sem razão. É verdade!

Um comentário:

ONG ALERTA disse...

Ver o sorriso das crianças é tudo de bom...
Beijo Lisette.