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segunda-feira, 3 de março de 2014

AND THE OSCAR GOES TO: cinema

Sobre o Filme 12 Anos de Escravidão

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O Melhor filme escolhido na festa do Oscar foi o filme 12 Anos de Escravidão, que não tive a oportunidade de assistir.

A África é um continente rico em recursos naturais, explorado não somente pelos seus habitantes nos diversos países que a compõe.

Alguns conhecidos meus fizeram safáris naquelas terras, assisti palestras de escritores que para lá viajaram, somando-se aos arqueólogos que mantém as suas expedições constantes devido à teoria sobre a origem do homem e das descobertas dos fósseis. Em modo rude, os arqueólogos buscam as suas pesquisas nos parques geológicos preservados antes que os fósseis se transformem em petróleo, ouro e pedras preciosas.

Um dos fatores de subdesenvolvimento do continente africano, de acordo com as intuições tiradas das leituras variadas a que tive acesso, é a guerrilha. Tenho a oportunidade de assistir testemunhos de sudaneses fugidos da África. Muitas atividades lhes são restritas e o acolhimento desses cidadãos os transforma em missionários e ajudantes dos seus povos e tribos. Volta e meia um missionário é assassinado pela guerrilha.

A África, enquanto continente, também é vítima de diversos exploradores tais como caçadores de animais, grupos armados particulares, cassinos e monoteísmos governamentais.

Aqui temos um parêntesis bastante particular: o monoteísmo aliado à política pode ser causa de subdesenvolvimento e fome. Eu sempre puxo a brasa da sardinha para o meu lado, cristão, mas reconheço que o politeísmo é um benefício à população porque induz à diversidade política e à democracia.

As guerrilhas são combatidas pelos países desenvolvidos porque constituem em si mesmas um atraso para a humanidade. Além das matanças constantes, geram a disseminação de doenças epidemiológicas que não se restringem às suas áreas delimitadas. Essas doenças são causadas pela falta de saneamento básico e a condição de subnutrição constante que permitem o surgimento de novos vírus que acabam por percorrer o mundo e, enfim, são fontes de destruição do desenvolvimento.

O acesso à cultura, naquele continente, muitas vezes é restrito à classe dominante. A liberdade de pensamento é vistoriada constantemente por todos os grupos de interesse. Escrever, naquele continente, é atividade de risco de vida.

O escravagismo, porém, é fato histórico milenar. Sempre que a desigualdade entre os poderes é intensa, a possibilidade do surgimento de tal cruel situação é possível, independentemente da sua localização geográfica e etnográfica.

Outro fator impeditivo do desenvolvimento daquele continente é a ausência de interação das diversas culturas divergentes entre si, embora não antagônicas ainda mais dificultadas por uma linguagem comum entre os povos. Seria bastante interessante haver uma linguagem comum ensinada em todas as escolas do continente africano, talvez o esperanto, e cito o esperanto para não favorecer o português e continuar imparcial.

Diferentemente dos continentes americanos, onde as culturas são semelhantes entre os principais países que os compõe e a interação é amigável, o continente africano é um quebra-cabeça de mil pedaços, onde as pessoas ainda morrem de fome enquanto procuram alimentos em lixos urbanos, essa é a tristeza maior de se observar aquele continente.

São opiniões diferentes, pois os turistas que vem de lá, ficam em hotéis e locais desenvolvidos e saneados, enquanto alguns moradores que passam pelo Brasil com destinos variados, contam dos sofrimentos aos quais escaparam. O ponto em comum entre os turistas e os habitantes originários daquele continente é o aeroporto, pois é muito difícil ultrapassar as fronteiras sem o encontro desagradável e armado das guerrilhas. Todos pagam alguma espécie de pedágio aos guerrilheiros para se locomoverem entre os países que os contém.

A África sofre a influência de países europeus que promovem a cultura como forma de desenvolvimento dos vários segmentos daqueles povos, também dos grupos religiosos que amenizam o sofrimento e a dor da carência de alguns segmentos da população, mas ainda é um trabalho rudimentar diante das necessidades observadas pelos analistas.

Há muito que se conversar sobre a África, enquanto continente rico e a sua condição social desfavorecida.

Sinceramente espero que a estatueta do Oscar ao filme 12 Anos de Escravidão possa trazer benefícios àquele continente.

3 comentários:

Cidinha disse...

Olá, amiga. Seu blog está lindo!! Ando em falta, más espero poder estar mais presente por aqui. Desejo um bom feriado de carnaval!! Gostei muito do texto sobre o Oscar. È preciso lembrar da àfrica, um povo tão sofrido, com tanta desigualdade. Que acorde nova consciência em favor do povo e país. Parabens pelo texto!! Bjos.

Célia Rangel disse...

Concordo com sua aula, Yayá... muito bem elaborada e também me questiono que não seja esse filme apenas momento político de alguns... Que realmente reverta em valores positivos aos habitantes da África.
Abraço.

Contos do guri disse...

Olá amiga!
Fiquei feliz ao ver seu comentário no meu novo blog e seu elogio só me fez acreditar mais que ele possa seguir o seu caminho natural, por isso estou aqui para segui-la e convidando para que faça o mesmo no meu.
Seu blog além de ser bonito está com postagens muito interessantes

Beijos amiga