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sábado, 26 de outubro de 2013

Projeção Sobre O Futuro da Mulher Contemporânea

Projeção Sobre O Futuro da Mulher Contemporânea

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Essa é uma projeção sem dados científicos de pesquisa ou de alguma metodologia comprovadamente eficiente.

O assunto se repete em todas as rodas de conversa, sejam essas mulheres da classe social que forem com mais e menos riquezas palpáveis.

Nos últimos meses 100% das mulheres com quem conversei, não importando igualmente a faixa etária, foram unânimes em dizer que querem trabalhar durante meio expediente, entre cinco a seis horas ao dia.

Aquelas que conseguem essa condição não sentem dúvidas ao deixarem os seus empregos atuais.

Parece-me que a natureza feminina está contrariada com o papel masculino a elas destinado no mercado de trabalho. Umas reclamam que não têm tempo sequer para lavar as roupas das crianças. Outras dizem que trabalham e acabam recebendo menos que o salário mínimo porque têm que pagar alguém para cuidar das crianças. Outras, ainda, dizem que se sentem mães irresponsáveis ao deixarem os seus filhos nas mãos de estranhos o dia inteiro. As mais exaltadas chegaram a afirmar que creche não substitui mãe. Algumas limpam as casas nos finais de semana enquanto gostariam de sair para namorar os seus maridos, além de comprar pipoca e sorvete para as crianças.

O fato é que as mulheres estão perdendo as suas casas no sentido de família em prol de uma renda, que nem sempre ficará nas mãos delas.

Todas elas, incluindo as solteiras e divorciadas, querem o seu momento da natureza feminina. A lanchonete é boa, a pizzaria e a cafeteria são de excelente qualidade. No entanto, a postura de mulher competitiva chega a ser falsa. Uma delas disse que a competição era sem sentido; ela ganhava bem e não tinha o filho no colo. Daí para contar o quanto custa em espera e amor os nove meses, o assunto foi rápido.

Todas as mulheres com quem conversei querem educar os seus filhos, querem ser boas esposas para os seus maridos.

Todas estão de acordo. A grita é geral no que tange às oito horas de trabalho. Nenhuma delas quer continuar a levar esse tipo de vida.

Por enquanto é murmúrio, mas acredito que a sociedade terá que repensar o papel da mulher na sociedade. Os costumes sociais passam por dificuldades e, as mulheres se colocaram em posição de tomarem atitudes diante da situação a que ela e suas famílias estão expostas.

As mulheres com as quais conversei se consideram corresponsáveis com a sociedade em que vivem e acreditam que, se ficarem ao menos quatro horas com os seus filhos, daqui a alguns anos teremos toda uma sociedade de melhor convivência.

De alguma maneira, todas se sentem oprimidas pelo atual momento. Ao contrário das feministas de antigamente, elas não consideram como obrigação do parceiro, que ele lave e passe a roupa que usa. Dizem mesmo que nem todos os homens nasceram para serem bons donos de casa. Contam que os seus maridos ajudam quando vão ao mercado, quando jogam o lixo fora, quando fazem churrasco e eles mesmos preparam as carnes e as saladas, quando ajudam a cuidar das crianças com paciência e dedicação. Elas contaram dos homens bons. Daqueles que não são bons, o caso é com o advogado. Algumas deixam para que o advogado diga aquilo que elas não dizem por que têm os seus compromissos.

Nesse meio tempo presenciei “in loco” dois casos: a primeira foi trabalhar meio expediente num salão de beleza e a segunda foi trabalhar meio expediente num escritório de advocacia.

Todas as outras estão à procura da mesma condição.

Diante de tudo o que ouvi, acredito que a sociedade irá mudar os seus conceitos, se não agora, daqui a alguns anos a mulher terá o seu lugar não somente no mercado, como no seu papel natural, de mãe, esposa, dona de casa em harmonia com a sua natureza.

A verdade é que a maioria de nós, mulheres, não nasceu para ser homem, e gosta de como a natureza as criou e Deus abençoou.

6 comentários:

Ivone disse...

Yayá, boa noite!
Concordo plenamente com o seu texto, criei meus filhos, trabalhando meio período na firma do meu marido como sócia dele, dei toda a atenção que pude à minha família, jamais me arrependi disso, embora muitas amigas me criticassem naquela época, mas fiz o que melhor achei.
Minha nora trabalhou tempo integral e sofreu por isso, agora pediu demissão e está cuidando das crianças, meus netos, achou necessário e está se sentindo feliz.
Minha filha fez o mesmo, pois as crianças não se sentem melhor com empregadas e babás, assim vão indo e achei ótimo!
Seu texto é muito bom, também acredito em um futuro melhor, crianças precisam do amor da mãe e sua presença, se não por todo o tempo, pelo menos uma boa parte dele!
Abraços!

Ingrid disse...

ótima reflexão...
para ler e reler..
beijo querida..

Célia Rangel disse...

Fomos assumindo tantos papeis que sumimos do essencial. Conciliar. Equilíbrio. Bom senso. Parceria. Cumplicidade entre homem e mulher deveria ser o termômetro em um bom relacionamento.
Abraço.

Isabel disse...

Concordo com o seu texto. Passada a época, válida, da luta das mulheres, pela sua emancipação, há hoje muitas que se pudessem escolhiam ficar mais tempo em casa. Conheço também muitas, incluindo familiares e amigas, que se tivessem tido tempo para isso, teriam tido mais filhos, e hoje que os filhos estão adultos, lamentam o tempo que não passaram com eles em crianças.

Na escola, actualmente, os professores são unânimes em afirmar que as crianças passam demasiado tempo na escola, fora da família que apenas os vê à noite (falo de Portugal).
Os valores perderam-se, porque a família se demitiu do seu papel de educadora. Falta tempo para as crianças conviverem com os pais, avós e para brincarem em liberdade. Têm o tempo todo ocupado, porque os pais também estão ocupados. Se as mães tivessem mais tempo para dedicar aos filhos, seria melhor para todos.

Ao mesmo tempo que alguns países já passaram essa fase da emancipação e as mulheres querem voltar mais tempo para casa, noutros,elas ainda lutam por direitos básicos...

São temas importantes para reflectir. O mundo está a mudar e se queremos um planeta sustentável, temos que repensar muitos dos valores que actualmente são valorizados, porque tudo se relaciona.

(E só um aparte: a minha opinião sobre as tarefas domésticas é que todos, se quiserem as podem aprender a fazer, homens e mulheres.)

Um bom domingo!

Jossara Bes disse...

Oi Yayá!

Que texto bacana!
Concordo com cada palavra que escreveu!
Faço parte das que trabalham meio período! Não tenho filhos, mas adoro "cuidar da minha vida"!
Nós mulheres, precisamos de tempo para colocar flores nos vasos, olhar as borboletas no jardim! Isso é alimento para alma feminina! A minha precisa!
Tenha um lindo domingo!
Beijos!

Evanir disse...

Desejo a você uma semana de paz e realizaçãoes
semeia amor e carinho no decorrer dessa semana
verá a diferença em sua vida.
È agradavel sermos benevolente com nossa familia
amigos afinal somos todos irmãos.
Podemos escolher entre o bem e o mal
tudo depende de nós.
Eu já deixai tantas mensagens semeando amor
por onde passei nem por isso recebi de todos
os frutos das sementes que plantei.
Uns leram guardaram no fundo do coração
por outros passei despercebida.
Uma certeza eu tenho não passei
despercebida aos olhos de quem
tem amizade verdadeira e muito menos
passei despercebida aos olhos do Pai.
Podemos escolher o que semear ,
mas somos obrigados a colher
aquilo que semeamos.
Plantemos amor colheremos fatalmente
a sonhada felicidade.
Uma abençoada semana de me suas mãos me ajuda a caminhar
o resto é o nada diante de Deus.
Paz e luz , Evanir.
A total independencia da mulher
acredito o mundo acaba e nunca teremos.