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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Poema Erudito

Poema Erudito

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Não pode ser ar,

Depois que recita,

A cantarolar

A nota inaudita.

 

Parece chegar,

Igual à visita,

De poema a versar,

Suave à desdita.

 

Transforma-se em ar,

Audível à escrita

Da vida a ecoar,

E, aos sonhos, incita.

 

De volta ao lugar

O som que te habita,

De novo a tocar

A estrela infinita.

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