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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Grão

Grão
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A arte revelada soa aos tempos
Mudos, onde Chaplin, musicado,
Era comovente ao chapéu e aos ventos
Eólios, com sujeito e predicado.

Bálsamos sem pixels, sentimentos
Pálidos, sensíveis ao enviesado
Foco, a seu propósito, em momentos
Lúdicos de luz; apaixonado.

Mito entrelaçado de alimentos,
Grão ao bel prazer descombinado,
Dádiva amadora em gregos templos
Frágeis, ao esboçar o imaginado.

4 comentários:

Célia Rangel disse...

Grão: alimento do corpo e da alma! Lindo seus versos!
[ ] Célia.

Élys disse...

Grão, o início de tudo. Se transforma,
cresce, dá frutos...Bela poesia.
Beijos.

António Jesus Batalha disse...

Estou alegre por encontrar blogs como o seu, ao ler algumas coisas,
reparei que tem aqui um bom blog, feito com carinho,
Posso dizer que gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns,
decerto que virei aqui mais vezes.
Sou António Batalha.
Que lhe deseja muitas felicidade e saúde em toda a sua casa.
PS.Se desejar visite O Peregrino E Servo, e se o desejar
siga, mas só se gostar, eu vou retribuir seguindo também o seu.

Sotnas disse...

Olá você de Artes e escritas, desejo que tudo esteja bem!

Passei por cá por conta desta curiosidade que creio você deve conhecer, como pessoa que gosta de escrever e ler. E em visita a um blog amigo li seu comentário após deixar o meu, e o nome deste teu espaço meu trouxe cá, e, bem, encurtando, invadi e admirei e li algumas postagens, claro que se você considerar inoportuna minha invasão, apenas jogue estas minhas considerações ao lixo, não lhe retiro o direito, porém deixo já escrito que gostei do teu espaço e dos escritos que por cá compartilha, parabéns e obrigado por compartilhar e, pela amizade se por um feliz acaso deseje com este leitor amigo compartilhar. E desde já deveras agradecido eu desejo que seja sempre tão intenso e iluminado o teu viver, um grande abraço e, até mais, caso aconteça!