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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Fábula Citadina

Fábula Citadina

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Na cidade os bichos de estimação convivem com a poluição e com os humanos, o que é difícil para eles.

O pássaro chegou à janela para reclamar o poema, disse que era para ele. Saiu do parque e chegou ao quintal com ar sério, batendo o bico no chão, como se dissesse que não era para poetizá-lo, porque ele pertencia a outro lugar.

Ele não é pássaro de gaiola, mas teve que tomar cuidado com os gatos da redondeza.

O que o pássaro não sabe é que dois gatos se escondem pelas redondezas, e que esses gatos não jantam pássaros porque há muita sobra de ração para gatos nos lixos da cidade e, a eles, basta comer.

Os gatos se preocupam mesmo com os cachorros.

Um dia, um desses gatos, disse que ele era bom, e que o cachorro não prestava.

A garota, uma menina, que sai à janela para conversar com o gato que mia embaixo da sua janela, conversando com o gato, disse que as pessoas dizem que os cachorros são bons e que os gatos não são tão bons assim.

O gato se arrepiou e disse:

_Não é verdade, olhe com quem anda o cachorro e saberá o que ele faz.

A menina disse que a maioria das pessoas têm cachorros porque eles são confiáveis.

O gato, disse então:

_Não temos donos, temos casa e alimentos, mas somos carinhosos com quem nos trata bem.

A garota, que se chamava Margarida, disse a ele que os cachorros eram fiéis aos donos e não se importavam com a casa e com os alimentos.

_Os cachorros obedecem aos donos, quando os donos são maus, os cachorros fazem coisas erradas.

A menina disse ao gato que ele era preconceituoso.

_Nós bichos não temos preconceitos, temos natureza. Dizem que temos inteligência, mas não sobrevivemos dela, sobrevivemos pelo instinto.

A menina disse que ele dizia dos cachorros e pediu que ele concluísse o seu raciocínio:

_Sou parcial, sou gato e não gosto de cachorros, é a minha natureza. Sou bom porque extermino os ratos para que eles não mordam meninas educadas como você. Agora, quando os cachorros são maus, somos chamados para impedi-los de fazerem maldades. Enquanto os cachorros nos perseguem, as meninas que gostam dos gatos não têm problemas.

O pássaro estava no quintal, inteligente, ou não, comia as sementes que estavam nas gramíneas do chão. Fartava-se a rir da conversa da garota com o gato, enquanto o cachorro saía com a senhora, com charme e altivez.

Alimentava-se o pássaro livre de gatos e cachorros. Buscava a janela do olhar igual ao seu.

7 comentários:

XicoAlmeida disse...

Olá Yayá.
Já tinha saudades da sua escrita e esta linda fábula citadina vem mesmo a calhar para quem como eu acabadas as férias, regressa à cidade.
Um abraço.

Jorge disse...

Moral da história: há lugar para todos na natureza!

Evanir disse...

A amizade, nasce e cresce como flor, mas para ela viver,devemos cultivar com amor.
Rega-la a cada amanhecer.
Manter a sinceridade sempre Não quero sua amizade por um unico Dia.
E sim para toda vida. Depois da flor vem a semente.
Vamos planta-la. Nossa amizade enraizada.
Até o fim da nossa jornada. beijos meus,Eva

Mesmo , que esteja vendo a vida preto branco.
Olhe para o céu veja o inifito azul onde quem
tem fé no criador encontrara coragem e força para passar
pelas tribulações.
E a noite se emocione com a beleza da lua e do céu estrelado.
Em cada estrela vera um anjo zelando e olhando por você ..
enquanto a lua ilumina sua linda alma
veras como pode ser feliz na graça e na presença de Deus.
E muito carinho eu trouxe para você , que tanto amo.
Beijos na alma afagos no coração.
Evanir.
PS: fico triste em não poder informar
como anda minha vida;porém saiba vc é muito importante para mim.
Deus abençoe seu final de semana
paz e luz.

Rodolfo Cuevas disse...

Mis saludos afectuosos, apreciada amiga Yayá:
Es ciertamente muy entretenida e interesante tu fábula. Ciertamente me encantó...
Recibe, estimada amiga, mis más fraternales abrazos.

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Há muito que não lia assim uma fábula Naturalmente os cães e os gatos odeiam-se. Desconheço as razões.
O meu cão dá-se bem com o gato e comem juntos, mas o cão está cego pois está muito velhinho.
De quando em vez os gatos vem mostrar-me as suas habilidades. Um pássaro ou um rato que filaram. Tenho de reconhecer-lhes meiguice e a arte de sobrevivência.
Na passada semana ralhei com os gatos pois os patinhos estavam a desaparecer e eu culpei-os.
Fiquei atento e dei com a cena toda.
O pato velho agarrava os pequeninos com o bico e depois batia com eles no chão até os deixar mortos.
Castiguei o velho mas ele não aprendeu...que mudo este ...

Marina-Emer disse...

muchas gracias mi querida amiga por tu visita y tus bonitas palabras
te deseo feliz fin de semana.
besos
Marina

aluap disse...

Interessante a descrição destes animais e a alegre companhia que ainda fazem a quem vive na cidade ou no campo!

Um abraço e tenha um bom fs.