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quarta-feira, 24 de junho de 2015

A Questão do Uniforme

A Questão do Uniforme

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As lojas de departamentos começaram a surgir no Brasil na década de 1.970.

Antes da existência dessas lojas as opções para compras de roupas eram poucas. Existiam as butiques e as costureiras e as lojas de tecidos. A maioria das mulheres de classe média, que não trabalhavam fora, confeccionavam as roupas em casa. As que trabalhavam tinham um número de saias e blusas contadas para o trabalho e as roupas para os finais de semana. Os uniformes escolares dos filhos eram parte da economia doméstica, pois bastavam dois uniformes e a roupa da semana dos filhos estava feita. Crianças crescem e os uniformes ajudavam a comprar ou costurar roupas novas.

O conceito de que usar uniformes era desnecessário veio com uma loja de departamentos com roupas para adultos, jovens e crianças. As moças que atendiam como vendedoras usavam calças jeans azul e camisetas brancas sem o logotipo bordado.

Aconteceram tantos mal entendidos dentro da loja que os donos da referida loja vestiram as moças com camisetas de algodão coloridas e com o logotipo da loja. Na época grande parte das jovens vestia-se com calças jeans azuis e camisetas brancas. Dentro da loja as freguesas perguntavam umas às outras:

_Você é vendedora da loja?

Muita gente olhava e saia sem comprar nada devido a não identificação das vendedoras. Houve um boato que a loja fecharia em breve e, os donos, mudaram a roupa das vendedoras.

Aos poucos os uniformes foram caindo em desuso.

Pergunte se as lojas retiram o logotipo da loja das roupas das vendedoras? Não podem, precisam vender.

O país inteiro comenta do caso da babá cujo clube exigiu uniforme para a entrada.

Eu estava quieta, mas resolvi contar um caso presenciado.

Estava num clube lotado de gente durante o final de semana. Os pais foram pegar um lanche e, a criança caiu do escorregador. Chegaram os responsáveis pela segurança estancaram o sangue da criança, chamaram o atendimento de emergência e precisavam saber quem estava responsável pela criança naquele momento.

Os conhecidos dos pais da criança correram para a lanchonete e avisaram do acontecido.

Realmente havia uma moça próxima dos seguranças olhando a situação com lágrimas nos olhos, mas todos estavam aborrecidos com o que aconteceu e ninguém disse nada.

Quando os pais chegaram e os seguranças do local contaram o que aconteceu, a moça falou em seguida:

_Ele jogou um carrinho de plástico para longe e eu fui pegar. Enquanto isso ele subiu no escorregador e caiu.

Naquele momento descobrimos todos que havia uma babá no lugar. Sem uniforme.

O uniforme é uma utilidade, não um preconceito. Ele protege e informa sobre o usuário facilmente.

Parece que polemizam tudo, desinformam sobre as reais necessidades e utilidades do uso do uniforme.

É o que eu penso. Se quiserem, polemizem.

Um comentário:

Célia Rangel disse...

Sim ao "uniforme", assim como, à consciência profissional.
Abraço.