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terça-feira, 18 de maio de 2010

Poema para uma casa antiga,

Casa Antiga. Existe uma casa na estreita avenida. Tal é uma janela de mar solta ao vento, Perdida no tempo de soma aferida. Dos dias do passado aos dias de movimento. Quem passa e vê a casa, a pressente movida, Porque da reforma sobrou um cata-vento. Há vida no cimo da porta abatida, Que marca o passado e a bondade em fomento. A porta e a janela, na aberta comportam Franqueza e ternura. Na casa, enternecida, A dona é animada. Sorrisos se enlaçam. A nova casinha querida já é erguida, A porta e a janela, porém, não reclamam A vida passada. Será bem vivida.

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