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domingo, 30 de maio de 2010

Choveu tanto assim? Tempestade poema

Tempestade. As nuvens carregadas na cidade Que mostram o terror que nela habita, Transformam a escondida maldade, Será agora sem vida a lidita. As lágrimas de Deus sobre a cidade Revoltam toda a lama, que se agita, Porque a água refaz a fertilidade. Da terra ressequida se habilita. A chuva, se transforma em esperança, Que lava o lamaçal, que suja a terra, Que é a base da cidade, que quer guerra. Conquista a liberdade a paz que é mansa. É a farsa da cidade, que se encerra, É a terra renovada que descansa.

Um comentário:

Dona Doida disse...

Poema-música! Adorei, um abraço literário.