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domingo, 18 de agosto de 2013

Dias de Bússolas / Reflexão

Dias de Bússolas / Reflexão

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Há dias em que tudo o que vemos são brumas e, não temos bússolas.

Bússolas no centro da cidade nos tornam exóticos, mas o fato é que precisamos de alguém que saiba mais que a gente. Nesses dias, o melhor é perguntar para alguma pessoa o endereço do local aonde vamos e, como chegar ao lugar. Nesses casos vale chegar à panificadora ou posto de gasolina mais próximo e se informar sobre a situação do caminho antes de prosseguir.

Saí sem ter conhecimento da falta de luz há duas quadras de onde estava. Não precisei de ajuda, mas atravessar as ruas com automóveis vindos de todos os lados não foi tarefa fácil.

Parei durante a caminhada para tomar café e prosseguir nesse lindo dia de reflexões.

As brumas anunciam o sol e a temperatura ascendente. Lembrei-me do dia em que as brumas cobriam o litoral e não se sabiam os limites entre areia e mar, muito menos a distância entre nós e os outros. Cheguei ao quiosque de refrigerantes, sentei-me numa das cadeiras em volta e esperei a névoa evanescer. Posso garantir que é uma sensação estranha caminhar observando a neblina entre os braços.

Ambas as situações exigem a capacidade de perceber a necessidade de se agrupar com outras pessoas e aguardar que o sol desfaça a névoa. Essa percepção varia de pessoa para pessoa. As pessoas mais arrojadas até se divertem na bruma, mas sendo espertas, se divertem em grupo de pessoas próximas a elas.

Não existe sossego de espírito ao se tomar cuidados. Digo também, que a neblina cobrindo a cidade de Curitiba, pela manhã, é linda de se ver, mas exige cuidados.

Suponhamos agora, que as brumas venham da alma. Cabe a cada um de nós procurarmos o sol para que a desfaça.

O meu Sol, nesse caso, vem da Bíblia, mas esta é a minha maneira para transcender as dificuldades.

Importa é não deixar que as névoas fiquem, porque elas são para serem transpostas pela luz. Quem busca a luz é o ser humano, muito embora, as névoas estejam aqui ou lá, para o deixarem de ser, sendo anunciadoras do sol.

Essencial é a parada para tomar um café!

2 comentários:

Mar Arável disse...


É verdade

parar para ver como se anda

Jorge disse...

Com certeza. As brumas existem para serem trespassadas pela luz. Há que trazer a luz sempre consigo!
Abrç.