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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Política de Supermercado / Crônica de Supermercado

Política de Supermercado / Crônica de Supermercado

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Situação complicada, pelo menos na opinião desse povo que, como eu, frequenta o supermercado.

Numa pesquisa de opinião muito particular e sem valor de confiabilidade, prossigo a crônica com alguns pontos em comum dos frequentadores de supermercados.

As pessoas querem a situação pacificada.

A popularidade da presidente Dilma é baixa e os índices de rejeição são consideráveis.

A população do supermercado acredita em saída democrática para a crise, um arranjo parecido com a saída do ex-presidente Collor.

Muita gente acha que a saída para a crise de se proporem novas eleições, se confirmadas levam o país à bancarrota e terão um custo social e econômico elevadíssimo para a população.

Quanto ao candidato derrotado nas eleições presidenciais do ano passado, Aécio Neves, a sugestão é que se candidate novamente nas próximas eleições e, que ganhe o pleito, se for o caso, em situação normalizada e sem crise política.

Boa parte da população toma cuidados com os oportunistas que costumam aparecer nas horas de crise. A expressão “se cuide” está sendo mais usada que a expressão “Fica com Deus”.

O assunto do momento é a crise política e todos aguardam domingo para saber qual a solução que será encontrada.

Não existe pesquisa confiável para saber com antecedência o número dos participantes nos protestos do dia dezesseis de agosto, tem aqueles que dizem que vão e os que assistirão pelos meios de comunicação.

Hoje é segunda-feira, dia dez de agosto de dois mil e quinze. O país funciona normalmente e, com um mínimo de boa vontade, pode ser feito um planejamento para as hipóteses possíveis.

Irresponsabilidade seria não estudar as hipóteses do que pode vir a ser e as suas possíveis soluções.

Até o dia dezesseis de agosto, todos podem pensar nas soluções possíveis.

Lembremos que as pessoas têm famílias e, quando protestam é porque as suas vidas começam a sofrer interferência da crise política direta ou indiretamente.

Esse é um esboço bastante simplório da situação, mas é melhor que nada. O caos não me interessa e nem às famílias que vão ao supermercado.

Hoje o blog fica por aqui, porque o assunto é sério e está em debate em todas as praças da cidade.

Um comentário:

Célia Rangel disse...

Realmente, um assunto que tirou o sossego das famílias que prezam a ética e os valores fundamentais para se viver com dignidade. "Cuidemo-nos mesmo"... Sem nenhuma manipulação.
Abraço.