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domingo, 25 de janeiro de 2015

Pedidos / Carta Literária

Pedidos
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Curitiba, 25 de janeiro de 2014.
Prezado Chico,
Prezado amigo, peço gentilmente que me envie uma carta, um email, um bilhete, ou até mesmo uma mensagem via celular.
O dia amanheceu ensolarado e, o sol e o calor, parece- me afetar a população.
Assim que coloquei o nariz para fora da porta, comecei a responder:
“O problema é seu, não meu.”
Veja lá se não tenho razão, pois nada tenho a dizer para quem frequenta a igreja evangélica e o templo egípcio. Eu não faço a mínima ideia em que ela acredita, nem aonde vai posto que não frequente onde vou.
Uma amiga para próxima ao lugar onde estou e deseja com o desejo dela que eu seja o que ela jamais foi. Não tenho vocação para o balé, nunca tive. Não adianta insistir. Problema dela.
O jornaleiro está cansado de saber onde pego o meu jornal. Mas, ele deu risadas.
O político distribui calendários na porta da igreja, aceitei e o ofereci a Deus, deixando-o no banco da igreja. Esse é um problema de Deus e da igreja porque acreditamos num estado laico.
E assim por diante, os equívocos se sucederam.
E, com a minha roupa marinheira, em homenagem aos amigos que estão na beira da praia, ouço sobre mais e mais equívocos ocorridos durante a semana.
Mas, foram tantos os equívocos, que penso que algo não está bem.
E não é comigo e o problema não é meu.
Pessoalmente, tive conversas frutíferas e precisas sobre a necessidade de se preservar a privacidade dos amigos e amigas.
Percebo, entretanto, que algumas pessoas parecem correr e não andar, como é normal numa manhã comum de domingo.
Eu não consigo pensar sem que logo me surja uma canção na cabeça.
A manhã foi tão confusa que acabei orando pelo Chico, o Buarque alem de orar por todos aqueles que realmente precisam: os que estão doentes e passam por sofrimentos, aqueles que, durante a semana me contaram sobre os seus tratamentos.
Sem blasfêmias, com o coração. Bons são os caminhos do Senhor.
Se souber de algo, mande carta, email, bilhete ou mensagem.
Ana Maria.

2 comentários:

Jossara Bes disse...

Oi Yayá!
Pois é, também não se!Mas se eu souber de alguém que saiba...
Adorei!
Tenha uma feliz semana!

Célia Rangel disse...

O célebre "autismo social"... não sei... não vi... não quero nem saber... e por ai vai...
Abraço.