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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Cuidando de Algumas Coisas / Reflexão

Cuidando De Algumas Coisas

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O título é a frase de um software em atualização.

Esse é o mundo ideal onde nada funciona sem que seja tratado com atenção e cuidado antes da sua utilização.

Mas, pensando bem, o ser humano precisa cuidar de algumas coisas. Existem modos de dizer e fazer que nos conquistem e outros que afastam até mesmo os softwares.

Ontem, no café, uma senhora contava para as amigas que antes de chegar ali para encontrar-se com as amigas, havia preparado sanduíches e deixado o suco pronto na geladeira para os filhos. Eles tinham ido à piscina para praticar natação e, ela disse que a natação dá fome.

Eu prestei atenção nela quando ela disse essa frase. A natação dá fome mesmo. Tive alguma experiência com a natação, cuja atividade até hoje não aprendi muito bem, mas dá fome.

Ela estava cuidando de algumas coisas antes de sair. Nenhuma atividade que ela tivesse a impedia de sentir essa vontade maternal de cuidar dos filhos.

Existem modos para se cuidar das coisas e, com afetividade é melhor.

Temos um cardiologista na cidade que certa vez concedeu uma entrevista numa emissora de rádio para aconselhar os ouvintes a prevenirem os males do coração. Como é de conhecimento geral, ele falou dos perigos do colesterol, da vida sedentária e sobre o lado físico da coisa. Terminou a entrevista de uma maneira diferente, pedindo para que os ouvintes cuidassem das coisas do coração. Dizia ela que as pessoas devem tratar bem do seu coração, da parte afetiva da sua vida e fazer o possível para transformar a sua vida numa vida harmoniosa, feita de amor dentro de casa.

Isso faz tempo. Por fim ele ainda fez um chiste dizendo que tratar mal a própria afetividade custa dinheiro. Ele estava bastante endinheirado à custa de quem tratava mal da sua própria afetividade. Esse dinheiro que sobrava, vindo exclusivamente do desamor, ele gastava em tempo dedicado a ouvir as queixas sentimentais de quem passava pelo seu consultório.

Pensando bem, como diz a canção do Caetano e, fazendo um apelo, qual é o sentido de alguém morrer de medo, susto ou vício?

Aquela senhora me fez pensar no quanto ela trata bem a afetividade dela.

O interessante é que ela não se importava com o que as amigas pensavam. Ela chegou contando com toda a alegria que tinha deixado tudo pronto na geladeira para os filhos.

Agora aparece na tela outra mensagem do software: “Quase pronto. Fazemos dos nossos cuidados o melhor para que você possa apreciar a qualidade do nosso produto”.

Com tanto cuidado e carinho recebido do software, deixo a reflexão na rede.

Um comentário:

Célia Rangel disse...

Afetividade tentam inserir até e inclusive em robôs... Enquanto, nós humanos, inúmeras vezes prestamos mais atenção no software, no virtual, que nas pessoas - que nascem com o mais poderoso dos softwares: - o amor!
Ótima reflexão!
Abraço.