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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Devaneio

Devaneio
Calçada
E quando olhares ao chão
Verás possíveis colcheias
Dizendo ao teu coração
Do amor que vive em areias,

Nas águas, sereia e canção,
Que as dunas são elo em bateias,
Faróis do dia, encantação,
Dos zelos próprios; candeias.

Romântica exclamação
Dos tempos, mar que permeias,
Molhe e convés da emoção;
Carinho em sóis devaneias.

2 comentários:

Sor.Cecilia Codina Masachs disse...

Hola mi querida Yayá, sé que he tardado en visitarte, pero voy sin tiempo como la mayor parte de nosotros.
Nos has dejado un poema que entiendo-pues mi portugués es casi nulo-nos habla de amor en la arena, en el mar y del encantamiento que producen los faros, pero no entiendo más que palabras sueltas. Discúlpame.
Pero mi beso de ternura viene con un solo idioma. Afecto y amor.
Sor.Cecilia

Célia Rangel disse...

Nos devaneios das ondas do mar... embalam-se amores! Lírico poema, Yayá!
Abraço.