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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Índio Velho

Índio Velho

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Se for para não gostar,

Não faça, não crie, não vá,

Porque o que há é se levar

Ao jeito Tupinambá.

 

Que mora ao peito um pulsar

D’um índio Tibiriçá,

Que deixa se apaixonar,

Levando ao ombro um puçá.

 

Ouvindo o chão compassar,

Cantando o tico e o fubá,

Seguindo o som nesse andar;

Romântica tenda é Vivá.

2 comentários:

Maria Teresa Fheliz Benedito disse...

Que lindo Yayá!
Sempre nos presenteando com belos poemas.
Amei!
Um abraço e fique com Deus.

NeusaMarilda_Lavienrose disse...

Boa Tarde! Vim ler mais um bonito poema e assim conheço mais um pouco de suas boas obras. Sucesso! Bj.