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terça-feira, 15 de julho de 2014

Ansiedade

Ansiedade

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Meio sede, meio copo d’água,

E com alguma razão,

Certo medo dessa mágoa;

Hipotética aflição.

 

O desconhecido é tábua

Rasa, fundamentação

Escassa da dor que salga

Todo o bem em confusão.

 

De um estranhíssimo amálgama

É a ansiedade ao coração,

Retesando toda a espádua,

Sendo às penas, ilusão.

3 comentários:

✿ chica disse...

Ansiedade é fogo!! Linda poesia! bjs, chica

Célia Rangel disse...

Ansiedade... é a ilusão do que queremos... Excelente seu poema, rico e filosófico, Yayá.
Abraço.

Luiz Cidreira disse...

Por isso estamos voltando devagar e com cautelas, durante as ferias juninas e em razão da copa nós ficamos mesmo sem nenhuma ansiedade pra o retorno.
E lermos uma composição dessa ainda ajuda muito mais.
Abraço