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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Estupefação


Estupefação


Calor do chão partilhando fogo,
Deserto é das águas da ambição,
Torpor do ar sem vento e desafogo,
Em clima de suada reação.


Esse ânimo de fogão não é jogo,
Objeto sem significação,
Desse feijão à moda Vilas Diogo;
Jejum que é esse o da estupefação,


Da fé no dia a dia, o que, em si, não é logro,
É crer na vida em ressurreição.
A gente reza, ora e pede fôlego,
Porque É dele a vida, por criação.

Um comentário:

Célia Rangel disse...

"...A gente reza, ora e pede fôlego,
Porque É dele a vida, por criação..."
Tocantes seus versos, Yayá!
Abraço.