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terça-feira, 23 de abril de 2013

Cordel

Cordel

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Não viaja neste céu

Quem não tem o peito aberto,

Desconhece o modo inquieto,

E desdenha do escarcéu.

 

Pilotar, alude ao véu,

Sem se estar boquiaberto;

A correr do vento quieto,

Vem provando o seu pitéu.

 

As ideias têm o seu mel

Ao visar no sono incerto,

Cor dourada a esse projeto

Planejando o seu corcel.

 

E, ao compasso e o seu papel,

Vê-se o pássaro coberto

A pousar dentro do teto,

Nesse abrigo de um cordel.

2 comentários:

Jossara Bes disse...

Oi Yayá,

Lindo seu cordel!
Criatividade e inteligencia!
Beijos!

ᄊム尺goん disse...

E...
No riacho claro, às segundas-feiras,
Batiam roupas as lavadeiras.
Também a gente lavava trapos
Nas pedras lisas, nas corredeiras;
Catava limo, topava sapos
(Ai, ai, que susto! Virgem Maria!)

Helena Kolody