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sábado, 20 de abril de 2013

Risca de Giz

Risca de Giz
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Os traços se delineiam
Suaves na cor de anis;
As luzes intermedeiam
E veem nas cores, sutis.

De azuis diversos clareiam
O sonho de forte matiz
E, ao quadro se delineiam,
E colam ao átrio Matisse.

São as firmes mãos que meneiam
Pincéis como pingos de is,
Que informam aos que o rodeiam,
A forma e a risca do giz.

Um comentário:

Maria Rodrigues disse...

E como se fazem autênticas obras de arte com giz. Belissimo poema.
Bom domingo
Beijinhos
Maria