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domingo, 18 de outubro de 2015

Poema Humanitário

Poema Humanitário

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Bolinhas de gude

Pra não gaguejar

Quando a água é amiúde;

Chove sem parar.

 

Rio muro de açude,

Que parece mar

De casa em desnude;

Rio Grande a chorar.

 

Realidade rude

De um sul a inundar;

Que haja quem ajude

Esse lamentar.

Um comentário:

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Realidades dos nossos dias que também nos fazem sofrer.
Um rio que cresce e transborda das suas margens.
Pessoas empurradas pelas bombas e cegas de viver
Vão caminhando nas águas da paz e de melhores miragens