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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Experiência do Outro / Reflexão

Experiência do Outro / Reflexão

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Quando outra pessoa conta uma história pessoal, uma experiência ou uma ideia, pensa que é fundamental que lhe deem atenção.

Ao contrário da bisbilhotice que é a curiosidade sobre a vida do outro, existe uma interação muito positivo nessa troca de experiências vividas, não importa a idade.

Pensei em escrever esse texto enquanto saí da sala para não ouvir uma conversa telefônica. Eu não sou infalível, assim como ninguém é e ouvir uma conversa telefônica em viva voz sobre planejamento de futuro é complicado para quem escuta.

Agora, se alguém compartilha uma experiência por vontade ou para exemplificar uma dificuldade vivida, a história é outra. Como a própria frase diz, existe vontade e a permissão implícita para que se passe essa história adiante, pois geralmente é edificante para quem ouve.

A sabedoria popular nasce dessas histórias. Fascinante também é saber de outras culturas e dos pontos comuns entre as culturas relacionadas à cronologia dos fatos.

Certamente ficaremos sabendo de experiências que, por certo, jamais viveremos, pois cada experiência é única e individual. Por outro lado, podemos evitar aborrecimentos se soubermos de algumas experiências através das outras pessoas.

Enquanto os livros nos informam a nosso respeito, a conversas nos informam em reflexo e reflexão.

Num grupo é admirável observar e ser observado pelas pessoas a nossa volta. Principalmente porque, em determinado momento há alguém que sai da sala, conforme fiz porque não suporto a bisbilhotice.

Outro dia levantou-se um tema na conversa e outra pessoa saiu da sala, a pessoa não suporta conversar sobre aquele tema.

Esses limites que não nos são impostos a não ser por nós mesmos são especiais quando respeitados pelos demais. Ninguém é obrigado a discutir durante uma conversa informal algo que lhe desagrade a tal ponto a ponto de sair da sala.

É uma atitude interessante porque nos mostramos na nossa intolerância pessoal, aquela que nos agride e não somos absolutamente agressivos com os demais.

Respeitamos uns aos outros e respeitamos a nós mesmos, pois, afinal, podemos procurar o melhor para nós.

Com esse respeito, é curioso observar que todos os que se retiram da sala retornam sem serem questionados.

Somos todos adultos e as conversas são informais. O ambiente melhora e, quando o grupo se desfaz, a gente sente saudades dessa troca de experiências, troca de histórias que podem ser crônica e melhorar a vida de muita gente.

Quando essa experiência é contada por diversas pessoas em lugares diferentes e outra ambientação, guarda-se como lição de vida e, como é bom ter uma resposta pronta para determinada situação.

Um detalhe importante é que essas histórias em geral não são coincidentes com a vida do ouvinte, pois todos podem ouvir uma história vinda de uma realidade diferente e aprender com essa história.

E como faz bem contar uma história ou compartilhar um pensamento como é o que eu faço agora.

Bom feriado.

Um comentário:

✿ chica disse...

Saber ouvir, escutar é preciso e sempre aprendemos algo quando isso fizemos! bjs, lindo feriadão! chica