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domingo, 31 de agosto de 2014

Inconstância

Inconstância
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Porque é primavera,
A tristeza espera
Para depois. Rua,
Que, ao olhar continua.

Entoada a quimera,
A canção libera,
Bem-Te-Vi coadjuva,
E a chuva cultua.

À nova atmosfera,
Logo se pondera,
Se ao que foi insinua,
O que é essa alma nua.

A inconstância gera
E reconsidera;
A onda flutua,
Como a um mar de lua.

3 comentários:

aluap Al disse...

Aqui estamos no Verão, ainda, mas na realidade, quando é primavera, na rua aprecia-se a natureza que desponta com força.
Um abraço meu.

Sotnas disse...

Olá Yayá, e que tudo esteja bem contigo!

Passando cá para agradecer por tuas sempre tão gentis visitas e amizade e também ler este teu belíssimo escrito, e admirar as belas imagens também cá compartilhadas, obrigado e parabéns!
Com certeza, nem qualquer estação não tem sentido deixar qualquer tempo ser ocupado pela tristeza.
E assim grato eu deixo cá também meu desejo para que seja sempre deveras intenso e feliz o teu alegre viver, um grande abraço e, até mais!

Jossara Bes disse...

Oi Yayá!
Ah! Que delicia esse cheiro de primavera! Que encanto de poesia!
Felicidades para você!