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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Manhãs

Manhãs

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Eu ando tão feliz que tenho medo,

Que a felicidade é ligeira.

São essas emoções de um arremedo;

Leoa solta no campo à cerejeira.

 

São frutas maduras, tarde e cedo,

Brincando solstícios na amoreira,

Fazendo do tempo o seu brinquedo,

Fazenda e lua de jardineira.

 

Que graça mais linda a do entremeio,

Que terna lembrança alça a videira,

Sem tempo e lugar ao passaredo;

Quem sabe do campo e a laranjeira?

2 comentários:

✿ chica disse...

Poesia linda e a sensação de felicidade nela igualmente! bjs, tudo de bom,chica

Célia Rangel disse...

Já que a felicidade é ligeira... desfrutemo-la!
Abraço