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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Ânima

Ânima

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O sol veio à janela

E disse bom dia,

Guardou, então, a flanela,

Para o dia que esfria.

 

E tudo amarela,

Até a nostalgia

Vai-se a cor singela

Na lã que desfia.

 

O amor não congela

A quem, pois, confia,

Naquilo que zela,

E é sol todo dia.

2 comentários:

Élys disse...

Sempre um linda poesia. Gostei muito!...
Um abraço.

Célia Rangel disse...

Revigorar o amor pela vida! Urge!
Abraço.