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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Defesa Pessoal / Reflexão

Defesa Pessoal / Reflexão

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Os dias de reflexão são importantes. Hoje, em particular, observei um cuidado pessoal que cabe a nós todos, embora nem todos nós percebamos o risco que corremos sem esses cuidados.

Todos nós corremos o risco de sermos convencidos daquilo que não somos.

Quando enfrentamos problemas, corremos o risco de sermos rotulados por algum rótulo falsificado e, como um produto falsificado, se ingerirmos, podemos ingerir produtos de qualidade duvidosa e sermos intoxicados por pensamentos errôneos ao nosso próprio respeito.

Não sabemos de onde vêm esses rótulos, mas são perigosos demais para serem omitidos de compartilhamento.

Ao aceitarmos um rótulo falso sobre nós mesmos, mesmo que involuntariamente, podemos “somatizar”, ou seja, ficarmos doentes de fato porque o nosso organismo rejeita o rótulo que vêm não se sabe de onde.

Tanto quanto os produtos nocivos à saúde são esses rótulos impostos pelo preconceito social.

E, mesmo contando por contar, é bom dizer que os complexos conhecidos de toda a gente como o Complexo de Édipo, o Complexo de Electra, o Complexo de Cinderela e tantos outros comumente citados, quando usados como forma de discriminação social, podem até mesmo causar enfarte, paradas cardíacas, febres de origem desconhecida, etc.

Particularmente, eu assumo que gosto de música mesmo quando dizem que esse apego à música é uma sublimação das minhas frustrações. E daí? Se for problema, eu o alimento todos os dias e, procuro não incomodar ninguém com isso.

A partir disso, não assumo nada que não me pertença ou que pertença ao problema da propaganda social.

Esse é um problema sério a todas as pessoas: os rótulos na personalidade do outro.

Para os homens, eu acredito que seja difícil assumir o Complexo de Peter Pan, mas o correto é que assumam. Não se pode obrigar ninguém a amadurecer “no tapa”, ou seja, por pressão emocional e, quem pressiona nesse sentido, é mal intencionado.

Os rótulos sociais podem ser usados como arma e ferir profundamente a alma humana e, cabe a cada um de nós, rejeitar todo e qualquer rótulo que não nos caiba assim como assumimos esse ou aquele complexo social que não prejudique a ninguém.

As pressões para que nos comportemos de maneira a fingir como uma conveniência social tem limites. Ao contrariarmos a nós mesmos em nossas aptidões e caracteres secundários da nossa personalidade, nos ferimos e machucamos a nós mesmos.

O problema das conveniências sociais é que podem causar problemas orgânicos reais, mas nesse caso, a primeira pessoa que deve estar atenta ao fato e, se proteger, é a própria pessoa.

Ocorre que nem sempre a pessoa pressionada é capaz de perceber a que ponto a propaganda social chega e, os grupos de interesse, muitas vezes incapacitam a pessoa de ver a sua situação.

O ser humano chega a se transformar em produto de consumo com rótulo de origem duvidosa, transforma-se em produto, quando é humano.

Quando se deixa de se observar o fator humano nos humanos e o consideramos como produto sujeito ao mercado de oferta e procura, o custo de vida aumenta, espiritualmente.

A natureza do ser humano é dicotômica e, quando permitimos nos machucar a alma com rótulos descabidos por que mesmo que quiséssemos, não seríamos o que a propaganda diz, a alma conta ao corpo, o seu invólucro e origina uma série de problemas desnecessários.

Não faço essa reflexão, a não ser a partir de mim mesma, como não poderia deixar de ser, mas sei que é importante para todos. A reflexão sobre esse assunto, mesmo que de forma leiga, com o propósito de permitir que as pessoas se protejam de tais acontecimentos.

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