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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Desfazendo um Nó ? Crônica do Cotidiano

Desfazendo um Nó / Crônica

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Atravessamos um momento onde muitas pessoas buscam a igreja, mais do que a igreja, buscam o exercício da fé e de valores bons.

Existe, no entanto, um nó a ser desfeito. Não há erro ou culpa no lazer que não transgride as leis de Deus.

São falsas todas as ideias que conduzem as pessoas a estarem constantemente em torno da igreja cuja doutrina de fé foi aceita por determinado grupo de pessoas.

São falsas as ideias de que a boa convivência existe somente entre o grupo de pessoas que estão e frequentam a mesma denominação religiosa de determinada pessoa.

Tive uma excelente conversa com uma conhecida de muitos anos que não frequenta a mesma igreja que eu e tivemos muitos pontos convergentes nessa conversa.

O ideal é frequentar a igreja por vontade, pela necessidade espiritual de orar, simplesmente orar.

Concordamos que a fé que nos guia está presente conosco em todos os lugares, seja nas reuniões com os amigos, na prática de esportes, nos afazeres diários, no cinema e em todas as horas de lazer.

Concordamos que não se pode cobrar nada além do que consta da Palavra Sagrada de ninguém.

Entretanto as dificuldades eram comuns a mim e a ela. Somos de denominações diferentes, mas concordamos que igreja é lugar para fazer orações. As vocações são situações específicas e individuais, queremos levar uma vida com Deus, mas voltadas a outras atividades típicas e humanas.

Convivemos com pessoas da cidade inteira e não fazemos exigências quanto à igreja que frequentamos. Queremos que as pessoas sigam pelo bom caminho, mas pela vontade, não pela obrigatoriedade.

O conceito de que o lazer é erro ou pecado, dependendo da denominação religiosa, é um conceito de grupos de interesses e não vem da fé.

As culturas se entrelaçam e as sociedades estão em constante evolução e a supressão dos diversos contatos próprios da sociedade impede a evolução, bloqueia o progresso, cria problemas para a sociedade em desenvolvimento. Sugere discussões religiosas.

Os grupos de pessoas afins são naturais e os contrastes também, mas a fé permeia os grupos afins e os contrários produzindo a vontade de superar as dificuldades comuns.

O lazer é uma forma de interação social importante. Se Deus não faz acepção de pessoas, perguntamo-nos, por que é que nós temos que fazer? Por qual motivo deveríamos conversar apenas com o grupo ao qual pertencemos pela vontade pessoal?

Trocamos ideias valiosas. Ideias que passam por política e suas inferências no mundo da fé.

Chamem-nos de puristas ou puritanas, mas queremos as coisas nos seus devidos lugares. Não aceitamos interferências que não estejam escritas e, melhor, ambas temos a preferência pelo livro do Novo Testamento.

O lazer está presente no Novo Testamento: Jesus Cristo multiplicou pães e peixes durante uma festa. E não deixou de ser Deus.

Às obrigações de cada um, o lazer e a fé. Boa conversa.

Um comentário:

Ivone disse...

Amiga Yayá, boa conversa, por isso a vida é linda, sempre se encontra pessoas afins, pois viver é dom e temos de saber viver e conviver!
Abraços bem apertados!