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quarta-feira, 4 de março de 2015

Canção ao Mar

Canção ao Mar

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Toda vida, toda vida arrumo,

A medida, a janela e a saída,

Sei do mar, da vela e, então, me aprumo;

Na fadiga de um remo, a guarida.

 

E se canso, mas não me acostumo,

É porque esse remar marca a lida.

Nesse ritmo do íntimo, o resumo,

D’uma lira; a toada atrevida.

 

Encoraja como suprassumo,

Quando o seu ânimo ao senso convida,

Que o sentido escute todo o rumo

Da rotina à canção enaltecida.

Um comentário:

XicoAlmeida disse...

Canção Do Mar
Dulce Pontes

Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo