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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Domingo de Samba

Domingo de Sambaclip_image002

Que nos importa dos feijões secos,

Dos tingimentos dessa cabocla

Que faz o povo delirar? Metros

São disparates quando há coroa.

 

Estes feijões de tantos segredos

Colorizados à tinta pouca,

São da passista sem muitos pesos;

Nestas passadas é desenvolta.

 

Nos adereços, sambas-enredos;

À bateria, a batida da touca;

A purpurina e seus arremedos

Vem do cansaço, ao sabor da roupa.

5 comentários:

Fernando Santos (Chana) disse...

Belo poema...Espectacular....
Cumprimentos

Paulo Francisco disse...

Belíssimo poema - como sempre.
Um beijo

Luís Coelho disse...

O Carnaval vestido de poesia e de passos hilariantes.
A vida é pouca e sempre é bom rir e brincar mesmo sem roupa.

blog da Paraguassu disse...

Olá Yayá,
Como está, querida? Já estou com saudades.
Gostei muito de seu poema. Parabéns!
Quero convidá-la a conhecer meu novo blog, o RECANTO DA POESIA, no qual publico alguns trabalhos poéticos.
Ficarei imensamente honrada e feliz com sua presença por lá. Espero que gostes.
Um ótimo feriado para você e um
grande beijo, amiga.
Maria Paraguassu.

Maria disse...

Minha amiga lindo poema.
Bom carnaval.
Beijinhos
Maria