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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Conforto



Conforto



Conforto se aprende,
Conforma-se ao frio,
O que não é vazio
Ao que se pretende.

Não sei se me entende,
Mas passou o arrepio
E, o tempo é macio;
Aquiesceu contente.

Nada é mais urgente
Do que as meias de fio
Quente, às quais confio,
O dia, plenamente. 

Um comentário:

IDERVAL REGINALDO TENÓRIO Tenorio disse...

Minha poetisa predileta, leio os seus escritos e sempre me emociono. Esta sua ´poesia trouxe de volta o meu pai. Outro dia em minha choupana, veio o meu pai dormir e não conseguia cair nos braços de Morfeu, fui até o seu quarto e coloquei uma par de meias grossas para frio, diante dos seus 98 anos só acordou no outro dia .A primeira pergunta que ele me fez foi " LIGOU PRA SUA MÃE?" e eu lhe disse: SIM MEU PAI LIGUEI e ela me disse que o senhor só consegue dormir de meias. Papai falou - ESSA TONHA É UMA DANADA. Minha mãe chama-se Antonia. Minha esposa caiu na gargalhada, pois tenho também este costume e herdei do meu pai , é a genética no dia a dia. Abraços.