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sábado, 18 de junho de 2016

Calor Humano / Crônica de Supermercado

Calor Humano / Crônica de Supermercado



     Hoje a crônica é de arraial junino, com o supermercado lotado e a pescaria de crônica rendeu momentos avulsos.
     O primeiro momento deu-se na fila do pão. O supermercado colocou música de quadrilha (festa junina) para animar as compras.
     O marido vira-se para a mulher e diz como se ela fosse alguém que ele não conversasse há muito tempo:
     _Falando em quadrilha quem é que fica e quem que sai? O que você acha?
     A mulher olhou para o marido com um pequeno ar de censura pelo público em volta deles.
     Ele olhou para ela e disse que a ideia era essa.
     Ela deu o braço para ele e foram para outra seção que não a do pão.
     Comprei café. Eu não sei por qual motivo o corredor do produto tinha com fila de carrinhos de reposição dividindo os dois lados do corredor.
     As pessoas escolhiam os seus produtos extremamente atenciosas umas com as outras. Com o corredor lotado e tocando a música para a dança da quadrilha, erguíamos as nossas mãos para deixá-las à mostra uns dos outros e os termos “com licença e, por favor,” foram muito utilizados. Saímos do corredor como se tivéssemos esterilizado as nossas mãos e com os pacotes de café nos carrinhos. Foi um congraçamento espontâneo e bonito de participar.
     Saí do supermercado sorrindo, com esperança na boa vontade e no bom humor das pessoas que estavam ali,
     Quando se pensa o bem e se tenta escrever todos os dias nesse sentido, acontece certo desgaste espiritual e a motivação vinda dos outros ajuda.

     Hoje a motivação para falar de coisas boas veio dos outros e eu fiquei contente.
     A música inserida é do folclore brasileiro.

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