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domingo, 19 de outubro de 2014

Desarrumado

Desarrumado

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Volta à luz na tarde quente,

Chuva é cisco de olho aguado;

Surge e sua descontente,

Rua em vento desbravado.

 

Pensa a vida brevemente,

Busca ao amor assoberbado;

Calma é a dor inconveniente,

Sábia é a réstia, estando ao lado.

 

Sopra o cisco e limpa a lente,

Limpa a lousa ao desconfiado;

Nada adianta ao renitente

Esse amor desarrumado.

Um comentário:

Célia Rangel disse...

Excesso de desconforto... no "Desarrumado"! Há que se enfrentar para tudo arrumar.
Abraço.