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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Carta Literária - pós eleitoral

Carta Literária

Curitiba, 27 de outubro de 2014.

Prezado Rei Salomão,

Escrevo para dizer que gostei muito do seu livro. Imagino as dificuldades que o senhor teve em resolver as questões que o povo levava até o reino.

Outro leitor, Esse por sua vez comentarista, foi de extrema importância ao conjunto da interpretação da obra: Jesus Cristo.

Tivemos por aqui uma pendenga e aquela solução de dividir a criança entre as duas mulheres que se diziam mães, ah, aquele caso horrível... No entanto, Jesus, numa Brilhante releitura, costumava dividir os pães, a água e, enfim, foi Amor à humanidade.

Nesse vai e volta na leitura da Bíblia, fomos ao Velho Testamento e ao Novo Testamento e, conseguimos a saída para a pendenga.

Eu sei que não seria o momento de se comentar particularidades, mas, o meu irmão costuma dizer que eu faço o que ele chama de “pastiche” com o que leio; resumo ao meu gosto o que eu gosto do livro, copio e colo. Eu não ligo porque sei que ele me quer mais sábia.

Mas ele tem lá as suas razões. Aqui onde moro, Brasil, a gente segue a doutrina que a gente quer e respeita todas as demais doutrinas.

O povo apelida todo mundo, e, antes que apelidem que rotulem. Em segredo, o nosso amado amigo Jesus Cristo também tem os seus apelidos e Ele também não liga, até mesmo aprecia ser chamado de Oxalá, Sétimo Buda, Profeta Muçulmano, Mestre da Luz, entre outros que não cabe aqui comentar do tipo o primeiro socialista. Poupe-nos desse apelido, se eu faço pastiche, houve um autor que fez uma cópia pouco recomendável, onde se viu misturar Jesus Cristo com política. Embora, Ele esteja no meio de nós, nunca fundou partido algum que não fosse o de Deus.

Chamaram a questão de salomônica: Aécio e Dilma.

A impressão que se tinha é que se queria aquela sua decisão. Jesus Cristo, que tinha lido e estudado todo o Antigo Testamento, repartiu o pão, ou seja, o poder entre todas as correntes de pensamento. Quem deu a vida pela humanidade foi Ele, mais ninguém.

Agora, quando se junta o Antigo e o Novo, a Bíblia fica completa, o que sem Jesus Cristo, não seria possível.

Sem o Antigo Testamento e o seu livro, não se teria a noção do valor do poder chamado de Justiça. O senhor foi um juiz da antiguidade, quando o conceito de justiça não existia.

A Justiça Eleitoral do Brasil foi de uma excelência impecável.

Nesse conjunto de ideias, quem queria a sua justiça, a salomônica, perdeu. A fé cristã e a dos homens venceram, e, se venceram, foi por aceitar todas as formas de nominar Jesus Cristo, todos os apelidos carinhosos e um povo querido chamado de brasileiro.

Até qualquer dia,

Um abraço, Yayá.

Um comentário:

Célia Rangel disse...

Canta Gil: - "andar com fé eu vou que a fé não costuma faiá"... E, o povo segue no Novo ou Velho Testamento" - tentando testemunhar dias melhores para todos!
Abraço.