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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Criticando Marx e Stuart Mill

Criticando Marx e Stuart Mill

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Marx não reconhece como trabalho qualquer esforço que não vise como fim o benefício da coletividade.

Essa foi a melhor crítica feita a ele, o ponto falho de Marx. Devido a essa crítica, conseguimos uma conversa com um professor de filosofia, inversamente proporcional à dialética, porque houve o contato sem o comentário a respeito da crítica.

Toda a ação em prol de alguém, que em si mesma não retorne um benefício coletivo, é válida. Também, toda a ação que tenha como fim um esforço digno para melhorar qualquer situação particular, é válida.

Toda a boa ação resulta em benefício indireto a toda a coletividade sem que se discuta a coletividade antes da permissão a essa ação.

O bem está muito além das visitas aos hospitais e do atendimento a carência dos necessitados e é ação e dá trabalho.

As moças que ajudam a mãe com os pratos nos almoços de domingo antes de irem aos passeios nos parques e cinemas, proporcionam o namoro do pai e da mãe, que sossegados namoram, sabendo da filha responsável que saiu com as amigas e com o que não têm que se preocupar.

O caso citado acima está entre as inutilidades do esforço do conceito de Marx para a coletividade.

O conceito do trabalho inútil é o conceito que leva o cidadão ao mal estar pessoal, dentro da sua casa, não observando qualidades em si mesmo quando o bem coletivo está ausente.

Esse mal estar é que é prejudicial à sociedade sob o ponto de vista coletivo.

O conceito do trabalho inútil descrito por Marx no livro O Capital se encontra com o conceito de Stuart Mill, que sob o meu ponto de vista, é o pai do capitalismo selvagem, porque observa a competição pela lucratividade como fim em si mesmo dando as finanças o poder de decisão sobre o bem estar do ser humano.

Para Stuart Mill não existe bem comum sem dinheiro, conceito pelo qual, igualmente, despreza todo o esforço realizado que não tenha como objetivo o lucro e o enriquecimento individual. Vide o livro Sobre a Liberdade.

Marx critica tanto o esforço inútil que o faz valer à pena e, através dos esforços inúteis pode-se produzir o bem estar das células sociais.

Ninguém precisa da coletividade para ser bom consigo mesmo em particular, o homem que conserta a sua cadeira onde se senta para almoçar, se senta melhor; tem onde se sentar na hora das suas refeições. É mais feliz do que o homem que, ao ver a cadeira descolada, pensa numa loja de móveis e se preocupa com o tempo que gastará para escolher uma cadeira nova de qualidade compatível verificando se ganhou o bastante para adquirir a cadeira ideal. Se não souber colar a cadeira, quem sabe não chame quem a saiba consertar começando uma rede de benefícios coletivos através de uma cadeira descolada que dará o serviço para o especialista que comprará uma sanduicheira com o conserto da cadeira e, assim por diante.

Os conceitos de Marx e Stuart Mill são por demais rígidos para com a sociedade.

Stuart Mill, ao incentivar a competição selvagem, provavelmente produz lucro aos profissionais de saúde que lidam com o estresse, onde, depois que os estressados são internados, eles recebem a visita de Marx mitigando os efeitos do capitalismo. O dinheiro, em si mesmo é papel, papel-moeda e com o tempo do seu investir sem objetivos, é um não valor nas mãos do capitalista, sem benefício próprio e para a sociedade. A riqueza, sem bem estar pessoal, é nula.

Nem tudo é crítica, ambos pensaram nos bons cidadãos, convencidos de que os bons propósitos são os que produzem o bem estar social enquanto coletividade e conforto financeiro.

Há muitos meios termos entre esses dois pensadores econômicos. A economia, enquanto curso, é parte da área das ciências humanas, existe em função das necessidades humanas e a outros valores podem se agregar aos conceitos economicistas.

Quanto à sociedade, enquanto um todo, que pratique esse trabalho inútil e use a competitividade com ética.

Quem quiser que leia os autores e tire as suas próprias conclusões, que eu cumpri essa tarefa.

2 comentários:

Evanir disse...

Acredite no Tempo, na Amizade, na Sabedoria, e principalmente no Amor.
Aí com certeza um dia eu, a Felicidade, baterei em sua porta.
Tenha Tempo para os seus sonhos,
eles conduzem sua carruagem para as estrelas.
Tenha FÈ em DEUS.
Tenha um excelente Final de semana
E não esqueça, SORRIA sempre para a vida.
O sei sorriso pode alegrar a vida dos que te cercam,
e a minha também.
Deus abençoe poderosamente seu final de semana.
Beijos no coração carinhos na alma.
Até sempre se Deus me permitir.
Carinhosamente...Evanir

ONG ALERTA disse...

Grandes pensadores e economistas, que fizeram um belo trabalho cada um com sua visão de mundo...cabe a gente se adaptar ao melhor nos convém.
Beijo Lisette.