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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A Diferença do Conhecimento / Reflexão Musical

A Diferença do Conhecimento / Reflexão Musical

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De repente, me vi implicante com uma música e pedi para que desligassem o rádio.

_ O que está acontecendo com você?

Eu não sabia o que me deixava implicante e não soube responder.

Pedi que o rádio ficasse ligado e não mais ouvi com irritação, mas procurei descobrir o motivo de tanta rabugice vindo de alguém como eu, que ama música.

A conversa continua, outros assuntos surgem tais como o trânsito, o congestionamento na rua do Shopping, as pessoas com pressa quando deveriam estar em paz pela data tão especial.

De repente, descubro o motivo. A música deu o recado. Era uma letra deprimente, talvez escatológica, mas o ritmo era bom.

A minha implicância vinha do entendimento da letra. Num ritmo alegre e positivo; de tom maior, estavam embutidos na letra da canção estímulos negativos e de baixa autoestima.

Há algum tempo a melodia era mais importante que a letra na linguagem estrangeira. A partir do momento em que comecei a ouvir a letra como se estivesse sendo cantada em português, ela me irritou.

Eu era ignorante, mas agora distingo e formo a minha opinião de acordo com o conteúdo cantado.

Irritaria a qualquer um que assim a ouvisse. Versei a música em português.

_Que nojo!

Agora, temos canções em português, igualmente aborrecidas. São canções que não escuto.

Nós, brasileiros, temos a mania de cantar no chuveiro. Quem ouvisse a letra daquela canção, cantada no chuveiro, na nossa língua, iria certamente bater à porta do recinto para perguntar se o banhista estava com algum problema.

O conhecimento modifica o gosto a partir do momento em que tomamos ciência do que está realmente acontecendo.

A diferença entre o ignorar e o saber conduz a diferentes estados de ânimo, incluindo o bem estar, porque, da mesma forma que uma determinada música pode aborrecer ao ser entendida, outra canção pode levar à compreensão mútua a partir da letra que expressa um ponto de observação positivo, como a superação de um problema.

Por outro lado, quando a letra é exageradamente dramática, traz a comicidade e a caricatura do sofrimento; esta não faz mal a ninguém.

No mais, importa o discernimento e o dial que nos permite ouvir a música que realmente queremos ouvir.

A música é para distrair, não para aborrecer. A escolha do que se quer ouvir é fundamental, salutar. Ser feliz não me obrigação, mas se chatear através de uma canção de rádio é tolice do ouvinte.

A pesquisa de audiência fará o sucesso à medida que o público escolher o cantor e a canção, independentemente do merchandising feito.

Quem faz a programação das músicas das emissoras de rádio é o ouvinte, e o ouvinte é quem, em tese, deve escolher o que quer ouvir.

Depois que me entendi, aprendi a discernir, sei desligar o rádio quando está aborrecido.

2 comentários:

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Algumas músicas ferem-me sentimentalmente. Parecem levar-me para o passado e pintar a saudade com lágrimas vivas.
Todos os dia ouço um pouco de música mas nem sempre ela me satisfaz. Parece que sempre busco aquilo que não encontro - Paz.
Gostaria que a música fosse uma porta onde todos encontrassem numa grande família.

Desejo também um Santo Natal e um novo ano cheio de paz e prosperidade
Abraços

XicoAlmeida disse...

Amiga Yayá.
Que o Natal seja todos os meses do ano nos nossos corações e Dezembro além de tempo de festa, também de refexão.
Que não se apague a luz da esperança, alegria e felicidade.
Entre abraços e beijos, os meus votos de Boas Festas.
XicoAlmeida