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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Novidades do Mundo da Medicina / Crônica do Cotidiano


Novidades do Mundo da Medicina / Crônica do Cotidiano

     Com uma gripe forte, procurei atendimento.
     Sob o ponto de vista da medicina, a gripe recebe novo tratamento. Pulmão bom, garganta boa, indisposição e um pouco de febre.
     Descobri que não se receita mais antibiótico pela febre. Ganhei inflamatórios.
     Perguntei o motivo.
     Antigamente, eu receberia um antibiótico, mas hoje não.
     O remédio é esse que é ficar em observação e não tomar qualquer tipo de antinflamatório.
     A gripe é viral e deve ser identificada e qualificada antes de receber outro tipo de medicação.
     Porque para cada tipo de gripe, existe uma medicação.
     Em estando medicada, devo aguardar a evolução da gripe e, caso ocorra algum fato novo, seja um aumento de febre ou problemas respiratórios, chame o médico novamente.
     Que é gripe, há certeza, qual é a tipologia da gripe, é uma variável.
     Contei que antigamente se ía até à farmácia, mas que hoje, a farmácia é extremamente cautelosa.
     Quer saber de uma coisa, disse a ele. Sem exagero, tpmo os remédios que o senhor me receitar.
     O médico saiu feliz com os resultados adicionais obrigatório como pressão e coração.
     Estou agradecida e em auto-observação.
     Ontem pela manhã, o relógio disponível com a temperatura, marcava 3 graus.
     Eu saí como todo mundo saiu.
     Aprendi alguma novidade hoje.  

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Perfeito


Perfeito

O melhor a ser feito,
Está sempre esperando
A quem esteja afeito.

Incomodado ao peito,
Diz que vai caminhando
Até que surja o efeito

Do ideal que é ser perfeito;

Oh! Deus! Vamos orando.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Positivismo


Positivismo

Penso o positivismo,
Não como imposição;
É livre o sincronismo
Conforme à notação


Que vem do modernismo
Numa improvisação.
Buscar esse lirismo
É também vocação,


É deixar que a ideação
Saia do cepticismo
E seja mecanismo
Que solfeja canção.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Diferenciação


Diferenciação

Diferenciado não é o avesso,
Motivo para tropeço;
É uma escolha a se fazer
E cada um tem seu querer,

Porque, ao contrário, é pretexto,
É dizer que o ano é bissexto
E deixar acontecer.
Um tédio a se enaltecer

Como fosse um desapreço,
Como se fosse travesso
O que se pode dizer.
A luz é em si, transcender.

domingo, 16 de julho de 2017

Bem Maior


Bem Maior


A Bíblia é o indizível
Do Deus do impossível,
Nosso Salvador.


Escrita e legível,
Conta do invisível;
O nosso criador.


Bem intransponível


É orar em louvor.

sábado, 15 de julho de 2017

Bilhete de Amor

Bilhete de Amor

     Escrevam bilhetes de amor e guardem em um lugar onde eles não encontrem imediatamente.
     Estou sem condições de blogar hoje porque encontrei numa caixa um desses bilhetes que a minha mãe deixava guardado.
     Postarei somente o que coube a mim. Respeito a privacidade do meu irmão.
     Um abençoado final de semana para todos vocês.

     Obrigada por tudo.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Surpresas


Surpresas


Se seguir em frente,
É ter objetivos
E ser diferente,
Alguns bons motivos

São como presente;
Regenerativos
 Da fé que se sente,
Consciente dos crivos.

É precisamente
Dos que são criativos,
O que é surpreendente
À missão; relativos.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Falando de Música / Crônica reflexiva

Falando de Música

     Da minha música, composta por mim e arranjada por professores e cantores e maestros, fiz três composições e uma obra artística numa homenagem  familiar, devidamente registrada como tal.
     A maioria dos musicistas por aqui, ou é professor de música, ou aluno.
     Estudo música para ter boa companhia musical. Curitiba não gosta de pessoas que se divertem tocando música, mas não frequenta casas noturnas. Esse é o meu caso, detesto os chamados barzinhos (pub em inglês). 
     Dentro daquilo que sou e daquilo que os meus amigos são, fizemos e fazemos muito. São apresentações escolares para alunos e famílias de alunos, nos quais todos os alunos participam e muitos surpreendem.
     Preciso dizer que Paraná é Paraná, enquanto estado brasileiro e Santa Catarina é Santa Catarina, enquanto estado brasileiro.As peculiaridades do meio ambiente tornam diferentes as atividades musicais. Aliás, justamente pelo litoral de Santa Catarina estar repleto de barzinhos com música ao vivo, eu não me adapto musicalmente falando em Santa Catarina. Nada tão lindo quanto o amanhecer do sol nas praias catarinenses e essa é a minha praia, ainda tenho gosto em ir lá de vez em quando.
     Curitiba, no entanto, por ser uma cidade bastante fechada, proporciona alguma espécie de modernismo à minha vida, pois eu estudei teclado e pratico piano.
     O piano que eu pratico é em acordo com a direção da escola.
     A última apresentação foi a Rapsódia nº2 ,de Liszt, à quatro mãos.
     Já fiz apresentações péssimas e ganhei experiência. Excelentes apresentações em Banda de Rock'n Roll, Quarteto de Jazz, etc. Acompanhada por amigos professores com outras atividades, tais como orquestras e igrejas.
     Já fiz canto coral.
     Por que é que eu não tenho tempo? Porque o estudo (ensaio) é todo dia.
     Certa vez uma diretora de escola me disse que não há incentivo para a formação de apresentações escolares constantes, além do que o custo das aulas subiriam muito e o objetivo da escola é ensinar, ter conteúdo programático e objetivos diversos na aprendizagem.
     A música, conforme conversamos entre amigos, chega a ser um vício, pois não se consegue ficar sem ela por mais de uma semana.
     Estúdios de gravação, conheço três, um evangélico com filtro e mixagem de pronto, outro escolar-maravilhoso- porque todos os alunos podem fazer as gravações das suas músicas mediante um custo médio, e um profissional, com sala para canto e sala para o som gravados em separado e mixados por técnico especializado na área.
     Nessa turma entram os músicos da igreja católica apostólica romana, das igrejas evangélicas, músicos da orquestra sinfônica, regentes e os suportes dos iluminadores e controladores de som.
     Qual é o meu futuro, perguntaram-me semana passada e a professora riu-se. Sou madura de idade e o meu futuro é esse, continuar fazendo apresentações em conjunto com os professores ou piano solo para as famílias dos alunos e enquanto aluna de uma escola de música.
     É desse jeito que vivencio a música.
     Agora vou estudar porque esse texto está parecendo falta de estudo devido às férias escolares.
     Espero que vocês entendam.
     
     
     

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Tempo de Um Dia


Tempo de Um Dia

Eu faço o que posso
Porque não remoço
Ao tempo de um dia.

Assim me aposso
De um café que adoço
Com tal nostalgia.

Ao tempo me endosso

Com essa alegria.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Róseo Catavento


Róseo Catavento

As flores de outono
Douradas ao tempo
Traduzem o sono
Trazidas ao vento.

Num dia luminoso
De azul passatempo
Refez-se o formoso
Em recolhimento.

Ao róseo, o risonho
Que é o aperfeiçoamento
Que não diz  do sonho;
Diz de um catavento.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Ptolomeu Poeta

Ptolomeu Poeta

Esse momento meu
É pausa e elevação
De óculos-liceu.

Se a frase é Ptolomeu,
Bem-vinda é a reflexão
Movente em Galileu;

É o poema interno a esse "Eu",

Uma contemplação.



"O sol dá sua volta diária pelos céus e a noite milhões de estrelas movimentam-se no firmamento. Só a terra parece imóvel" Claudio Ptolomeu.

domingo, 9 de julho de 2017

Fatia de Queijo


Fatia de Queijo

Tira o queijo da queijeira
Que a semana está no prato,
De um frescor à geladeira


Aquecido à frigideira,
Com sabor de que é barato,
Pois segunda é dia de feira,


De começo à sexta-feira,


De cachorro atrás de gato.

sábado, 8 de julho de 2017

Partitura da Vovó

Partitura da Vovó



Somos multiculturais.
De Portugal, os azulejos;
Da Itália, alguns vitrais;
Da América, bons conselhos;

Da Espanha, lindos postais.
Comemos churrascos gregos,
Doces de Minas Gerais,
E somos, nós, brasileiros.

Megalópolis de ideais
Onde se ouvem realejos
Com periquitos ideais

São alguns sambas, sertanejos.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Personalização de Ambientes / Crônica


Personalização de Ambientes / Crônica

     Olha só o que eu aprendi hoje: personalização de ambientes.
     A personalização de ambientes é diferente da decoração de um ambiente, onde existem regras para a colocação de móveis em relação às janelas e portas, corredores e outros infindos detalhes que eu nem sei contar; isso é para especialistas.
     A personalização é deixar o seu ambiente em acordo com o seu momento e até pode sair barato, em termos de custos.
     Pode ser uma mudança de móveis de um lugar para outro dentro do mesmo lugar, mas não necessariamente.
     O contraste entre as coisas que compõe o ambiente é uma ideia boa, mas um organizador de plástico pode compor um ambiente informal e ficar adequado.
     Os móveis antigos com os quais se tem afinidade devem ser encaixados no seu ambiente. Um móvel antigo muitas vezes não tem nada a ver com algum ambiente formal, mas, se tem a ver com você, você não deve colocar fora porque estraga a decoração.
     Uma casa precisa de adereços tanto quanto as mulheres gostam dos seus enfeites, e os homens das suas gravatas, carteiras e cintos.
     Um livro, alguns cds ou revistas, desde que atualizadas, dão um toque de originalidade. Alguns enfeites baratos de vidro ou os caros, de cristal, e até mesmo de madeira podem fazer a diferença.
     Uma das ideias que recebi hoje, simplesmente pareceu genial. A vendedora de uma loja contou que um truque para mudar o visual de um ambiente sem mexer em nada é comprar passadeiras em tons diferentes. Quando se quer mudar o envolvimento do humor com o ambiente, muda-se a passadeira e coloca-se uma em tom chamativo.
     Quanto às passadeiras, aquele tapetes estritos e compridos, ela deu três sugestões conforme descrevo a seguir: uma passadeira em tom próximo ao seu piso, para fazer uma combinação de tom sobre tom, para que poucos observem com função decorativa e pensem que é uma passadeira funcional; Outra sugestão é uma passadeira de tom forte e que faça saltar as suas cores do piso dando a ideia de que está ali de propósito e é objeto de decoração; a última sugestão é a passadeira de tom pastel, contrastando com o tom do piso, mas suavizando o ambiente, sugerindo uma ideia de que aquela passadeira está ali faz tempo e é bem vinda ao ambiente.
     As frases feitas também foram instrutivas:
     "Tapete grande é sinal de piso precisando conserto e tapete pequeno é tapa buraco."
     Vieram outras ideias como uma fruteira sobre a mesa ou, ainda sobre a mesa, um pequeno vaso de flores naturais ou artificiais, dependendo do gosto pessoal.
     O material de estudo colocado de forma que possa ser visto como agradável a quem for utilizá-lo.
     Enfim, a casa é sua e o desenho que você faz dentro dela também é seu.
     Todas essas ideias parecem ser de decoração, mas são de personalização.
     A regra válida é de que a pessoa se sinta bem dentro do seu espaço com coisas antigas e novas, detalhes que indiquem um estado de espírito e pelo tempo que desejar.
     Para se mudar alguns detalhes e apreciar o conforto que aqueles objetos causaram num determinado momento.
     O final da semana aí está e é uma ideia para se reciclar com o possível, procurar objetos nos armários e mudar alguma coisa aqui e outra ali.
     Além de tudo, o exercício aquece e ajuda a passar o frio sem sentir.
     Bom final de semana!  
        

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Tranquilidade


Tranquilidade


O melhor que foi feito,
Esse é o dia refletido;
Travesseiro no leito
de dormir tem sentido


À consciência e ao perfeito.
Um pensamento ouvido
É um instante de efeito,
Quando vem do estalido


De um esforço que é aceito
Como espelho assistido
Ao cristal de um conceito
Que vem d'alma benzido.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Causo da Panificadora / Crônica do Cotidiano


Causo da Panificadora / Crônica do Cotidiano

     Com um pouco de frio, fui até a panificadora comprar pães. Aproveitei e pedi um café.
     Havia uma mesa com quatro moças. Uma delas contava e as outras ouviam. Era caso de espírito que se manifesta.
     Causo brasileiro é bom de ouvir e de contar.
     Ela contava a história de uma conhecida dela, cujo pai morava num sítio.
     Prestei atenção. A história não era de amiga ou parente, era de conhecida. Segue:
     _Encontrei com ela um dia desses, enquanto eu fazia um lanche na hora da pausa para o café. 
     "O pai dela tinha um sítio. Ele gostava imensamente do sítio e cultivava milho, feijão e algumas verduras e frutas. Era um homem muito generoso e o que sobrava da plantação, ele dividia com os parentes, os vizinhos e os amigos da cidade.
     Um dia ele ficou velho e, quando se envelhece, acontece de ficar doente e morrer. Foi o que aconteceu. O pai da minha conhecida, da qual não digo o nome, porque nem adianta dizer, nenhuma de vocês a conhece.
     Uma parente da minha conhecida passou a tomar conta do sítio porque não havia quem quisesse mudar para o sítio, mas ela quis.
     A minha conhecida ia sempre ao sítio visitar a parente dela que tomava conta do sítio. Ela conta que próximo a casa, havia uma árvore e, que debaixo da árvore, havia uma cadeira.
     A parente da minha conhecida nunca, mas nunca mesmo deixou que ninguém se sentasse naquela cadeira. Ela dizia que o fantasma do dono do sítio, seu parente, aparecia lá de vez em quando e puxava a cadeira como se fosse se sentar.
     A minha conhecida continuava a visitar a parente dela, mas começou a implicar com a história da cadeira. Toda vez que ia ao sítio, pedia para se sentar um pouco debaixo da árvore e a resposta era de que se sentar embaixo da árvore podia, mas na cadeira, não.
     Até que um dia, a parente da minha conhecida comprovou a história do fantasma.
     Era um domingo quando a minha conhecida foi ao sítio.
     A parente avisou logo de chegada que o fantasma estava no sítio naquele dia. Lembrou-se que o pai, aos domingos, tomava alguma bebida.
     A minha conhecida confirmou que se lembrava, mas o que é que aquilo tinha a ver com a história da cadeira.
     A parente da minha conhecida pegou uma garrafa de bebida e convidou a minha conhecida para acompanhá-la até a cadeira que ficava debaixo da árvore.
     A minha conhecida foi junto com a parente, que levava a garrafa junto com ela.
     Chegando até a cadeira que ficava debaixo da árvore, a parente da minha conhecida olhou bem para a cadeira e exclamou:_Abre a garrafa, pai!
     O que aconteceu? A rolha da garrafa pulou para fora da garrafa!
     A minha conhecida ficou com medo de ir lá e não foi mais visitar a parente dela."
     Aí a moça conclui que ainda havia gente ignorante nesse mundo que não acreditava em espírito.
     Acabou o café. Enquanto pago o café observo as outras três moças de olhar pasmo. Parecia que elas viam um fantasma.
     Hoje eu me convenci de que sou ignorante e pretendo continuar a sê-lo.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Arvore Frondosa


Árvore Frondosa

Suaviza a feição,
Despreocupação
Da tarde chuvosa.

Sem contemplação,
Toda a devoção
Faz-se caridosa,

Tornando-se ação;

Vê a árvore frondosa.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Arrebitado


Arrebitado

Esse croquis
Lembra lambris
De outras eras.

Esse nariz
Diz à cerviz
Da primavera,

Numa matiz

Quase sincera.

domingo, 2 de julho de 2017

Domingo em Flor

Domingo em Flor

Quem mora na neve,
Vê o Rio de Janeiro
Ao sol de ano inteiro,
De imagem que enleve.

O dia manuscreve
Um frio feiticeiro
Sem passeio, caseiro,
Mas com o olhar leve

Feito semibreve.
É algum jasmineiro
À flor de um floreio
Que viu um ultraleve.

sábado, 1 de julho de 2017

Estrutura / Comentário

Estrutura

     Diversas pessoas perguntam como é que funciona essa estrutura de vida. Os cristãos, provavelmente sabem, mas vamos lá explicar como é que funciona.
     Em primeiro lugar: Deus
     Muita gente já ouviu essa expressão, mas não sabe o que significa. Seguimos a Bíblia e  nos colocamos à vontade de Deus.
     Essa é a maneira cristã de dizer o ditado, que os católicos assim expressam: Nós fazemos planos, mas Deus faz os Dele para nós.
     Os cristãos procuram os planos de Deus antes de fazer os próprios.
     Estando em acordo com o que está escrito, seguimos com os planos.
     Sabemos que o medo, a angústia e outros sentimentos negativos não são dos planos de Deus e lutamos constantemente para não nos deixarmos agir contra a vontade de Deus.
     Os meus amigos católicos têm razão, temos uma maneira diferente de perceber os acontecimentos.
     Outro dia, li um folheto da Igreja Universal. Apareceu a diferença? Nós lemos os folhetos das outras igrejas porque Jesus Cristo é mais importante que a denominação da igreja. Está escrito que o que vem de Deus é benigno. Leia-se o livro dos Salmos 86,15.
     Cada pessoa tem um relacionamento pessoal com Deus. A partir desse relacionamento pessoal com Deus, a pessoa se relaciona com a família, que constituem a casa onde se faz devoções diárias à Deus.
     As devoções diárias existem como se fossem a leitura de um jornal. Partimos do pensamento de que as Boas Novas se renovam diariamente e quem não quer ler notícias boas?
     Antes de ouvirmos as notícias matinais, e as ouvimos ou lemos na internet, verificamos as novidades de Cristo.
     Depois da família, sabemos das notícias da igreja, pelo menos semanalmente.
     O foco muda da busca da própria felicidade para a felicidade de todos e procuramos servir à Deus em todo e qualquer relacionamento com o próximo.
     Esse modo de pensar não exclui o lazer, mas até mesmo o lazer é pensado de maneira a sermos bons para nós mesmos e com o próximo.
     Daqui a pouco vem mais gente perguntar como é que funciona esse estilo de vida.
     Eu responderei com a máxima: Nós esperamos no Senhor: Isaías 40,31.
     Não se espera nada de ninguém, mas de Deus.
     E vem gente e vem gente a perguntar.
     Agora, sobre o perdão, o melhor texto que li foi o da Igreja Universal.
     Quando é que se perdoa? Só se perdoa quando não se é prejudicado com o perdão. Se há derrota em Deus, não é perdão, é engano.
     E daì? E daí a gente pede para que Deus guie aquela pessoa para que ela se vá e não erre mais: João 8,3,11.
     Conceito que vale para nós mesmos caso erremos.
     Outro assunto: o nosso dia é ocupado como o dia do servo do Senhor. Não sobra tempo inútil no sentido de encontrarmos o enganador por estarmos sem servir a Deus.
     Penso que delineei com clareza. Bom final de semana para vocês.