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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Pernilongos na Janela

Pernilongos na Janela

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Zunindo nos meus ouvidos,

Tocando acordes em sonho,

Madrugam estes mosquitos

Tilintando ao meu abandono.

 

Desfaço-me dos mosquitos

Nas cabras-cegas que jogo,

E acordo com os sonidos

Do inseto de som medonho.

 

Da dengue não são os aflitos,

Surgiram do léu; eu suponho.

Picando, deixam ardidos;

Coceiras em vão e sem dono.

 

Se os reles fossem cupidos,

Com asas e flecha em punho,

Dos sonos viriam suspiros;

O cão com seu gosto, o do osso.

9 comentários:

Rosi Alves... disse...

ADOREI PRECISO DE UM CANHÃO DESSES PRA MATAR MEIA DUZIA AQUI EM CASA.BEIJOSS

Elisa T. Campos disse...

Um encanto seus versos com rimas.

A noite é longa
Zunidos de pernilongos
Não deixam dormir

Um feliz final de semana
bjs

Fatima disse...

Como dizia minha vó:
Pernilongo não é trem de Deus!
Bjs.

Jorge disse...

Versejar mesmo a matar!

Um brasileiro disse...

oi. estive aqui dando uma olhada e leitura também. Legal. Apareça por la. Abraços.

Célia disse...

Que raiva, viu! Como me enfureço com os "pernilongos"... sou muiiito alérgica... então, já viu né? Abraço da Célia.

ஜ♥Patricia♥ஜ disse...

Aqui onde moro tem tanto que eles podem nos carregar, coloquei telinha em tudo, mas mesmo assim sempre passa algum adorei os versos...rsrs, quem dorme com zumbido desses no ouvido afff...

Patrícia Pinna disse...

Boa noite, Yayá. Já estava com saudades! Espero que tenha entrado 2012 na paz e saúde.
Pernilongos chatos demais, e esse canhão foi o máximo, sem contar com a sua inspiração.
Um beijo na alma, e fique na paz!(sem pernilongos)!

ANALUZ disse...

mosquito pega, no ouvido, pa mim, pois não sou mordida por eles (sangue azul??, haaaa)

não há, ou pouco existe como esse ensurdecedor e incómodo zunzar de mosquito quando quero adormecer...

e, vendo bem, a vida tem tanto mosquito impertunando a gente...né?!

abraço, minha linda


analuz