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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Acabaram-se as perguntas?

Acabaram-se as perguntas?

     A conversa que me deu oportunidade para dizer de mim mesma, se, por um lado, é pesada, por outro lado é útil.
     É difícil lidar com tanto desconhecimento, mas eu fico muito tempo ocupada em livros e música e não converso.
     Eu resmungo comigo mesmo sobre como é que não percebem um pouco de mim.
     O que eu gostaria de perguntar é quem é que faz esse perfil de mim mesma que não sou eu. Ah, me desculpem, mas tem quem faça. Isso é o que nós, cristãos, chamamos de "o inimigo", ou seja, quem gosta de fazer confusão é o demõnio.
     Um mínimo de esclarecimento esse povo merece, porque eu não desmereço nenhum tipo de música, porque há gostos e ouvidos para todas as músicas, mas eu prefiro as clássicas. Onde foi que concluíram o tipo de música popular da qual eu gosto? Não sei, depende do dia, eu tenho cds e Youtube e, ainda ontem ouvia Michael Bublê pela internet. Ontem o meu espírito estava para Michael Bublê.
     Vocês querem saber como é que "o inimigo" faz, vamos à pergunta exemplar:
     _O Michael Bublê faz com que você se lembre de algo especial? Hã, hã, hã?!
     Por enquanto não, mas a esperança é a última que morre. Essa seria a resposta adequada, mas eu sou polida e sei que a gente deve ficar longe das más respostas e fico somente no:não.
     Outro exemplo do "inimigo:
     Cento e cinquenta pessoas vem contar de máfia.
     Como é que alguém que fica entre livros e discos e partituras, supermercado e, de vez em quando, na cozinha, pode dizer alguma coisa.
     Se nós pensarmos em acordo com "o inimigo", vamos julgar essas cento e cinquenta pessoas e dizer que elas são a máfia, pois são elas que vêm atrapalhar a leitura e o estudo.
     Outro artifício do inimigo é garantir que você é o que você não é: analfabeta.  Como é que se tem um blog sem que haja alguma leitura? Faltaria assunto.
     Agora, sim, a resposta, com o melhor controle emocional possível:
     _Eu leio pra me defender das patadas. A gente leva cada patada que é preciso saber se escorar.
     Desse jeito não hão de me conhecer porque não querem me conhecer.
     E eu sinto muito não os agradar por não ser analfabeta, não ser discricionária em termos musicais (música é experiência, sentido e percepção sob o meu ponto de vista).
     Ninguém tem que agradar "o inimigo", pois a inverdade é própria do inimigo, pois se eu tivesse esse perfil, por certo eu o diria, mas, infelizmente, a resposta que tenho é que essa não sou eu.
     Que sejam felizes e que procurem as pessoas que querem encontrar, mas não me saberão.
     E isso não é bom e eu preciso estar em oração.  

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