Lugares Bonitos

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O blog da Nina, menina que lia quadrinhos.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Aí é Outro Departamento

Aí é Outro Departamento


     O problema não é a profissão de fé, a falta de fé, a consciência racional; é com cuidado que se cuida das pessoas carentes de fé.
     O problema é ser contra o que Deus ensina. O problema é tentar a Deus.
     " Não se repete o que o "coisa ruim" diz."
     O bom é procurar as palavras boas e edificantes, coisas que podem auxiliar a fé. Mas, ao contrário, a gente deixa para Deus resolver.
     Não se consegue entender a raiva contra a fé e é por isso que, nós, cristãos, chamamos essas coisas de coisas vindas de anjo mau, caído da proteção de Deus por vontade.
     Infelizmente tem gente que se diverte peversamente dizendo e fazendo-se contra o bom ensinamento.
     Acreditem, tem gente que quer o Outro Departamento, o mal.
     Numa linguagem simples, a resposta perfeita:
     _Eu não posso repetir o que ouvi, mas posso avisar a senhora sobre os adeptos do anjo mau.
     Gostei de ouvir e verificar esse posicionamento.
     Queremos o bem e não divulgamos as atividades do aml, mesmo quando eles pedem para serem divulgados, numa propaganda diabólica.
     Sei que a pessoa falou a verdade, pois é assim que eu mesma faço contra o "coisa ruim".
     Muita gente já sabe dessa história, mas sabe do tempo em que eu não era cristã. Quando não se é cristã, o que se ouve de ruim é compartilhado.
     De novo e mais uma vez, a mesma história: a pessoa se exibe como que desprezando a existência do divino e dizendo que é mais poderosa que o altíssimo.
     Acredito que, a essa altura do tempo que a pessoa se repete e, somando-se a isso, o tempo em que se pensava que se falasse, a situação mudaria, é muito tempo.
     Mas a pessoa não é bandida, mas gosta de estar contra tudo o que pode ser pela fé.
     A maldade consiste em fazer os outros desacreditarem Daquele a quem, por ser contra, não se sente abençoada.
     Longe de ser ateia, esse tipo de provocação é contra a fé, mas de maneira completamente diferente daquele que é ateu. A pessoa lê a palavra sagrada para encontrar argumentos para tirar a fé que mora na alma do outro.
     Hoje não fui eu quem ouviu, mas a pessoa em questão se comportou em acordo à doutrina que diz que o mal não se propaga.
     No tempo em que eu ouvia, era absurdo, conforme a frase abaixo:
     _Continua com o teu "deusinho querido"? O que é ele faz por você?
     Hoje, a resposta está óbvia: Aquele em que creio me acompanha em todas as horas me dando conforto e consolação nas horas difíceis.
     Não sei o que houve, mas sei que a fé prevaleceu porque se orou ao invés de se comentar qualquer coisa ruim. É melhor assim.
     Acreditamos na liberdade da prática religiosa.
     Esse tipo de provocação é perigosa e é bom que se avise o outro quando acontece algo como esse tipo  de situação.
     Deus é amor. Se alguém não crê, mas cultiva o amor ao próximo dentro do coração, está bem.
     Quem é contra o amor ao próximo é melhor nem comentar, mas é preciso saber.

Um comentário:

Célia Rangel disse...

Excelente reflexão, Yayá! Da teoria à prática, eis a questão. Muitos não veem isso... Infelizmente.
Abraço.