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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A Experiência / Reflexão

A Experiência
     Se eu coloco outro título nessa postagem, alguns leitores simplesmente se recusarão a ler.
     Hoje à tarde eu tentava contar a experiência de ler a Bíblia.
     Não há magia alguma, acontece. É um livro pleno de sabedoria, mas não é a sabedoria que influencia. É todo um contexto.
     Ontem uma conhecida resolveu enviar-me mensagens cristãs. O final de ano aqui em casa não é muito diferente dos da casa de muitas pessoas, é cheio de atividades e planejamento. Tem de ser assim para podermos fazer algumas visitas e usufruir da companhia daquelas pessoas que estiveram com a gente o ano inteiro. Confraternizações não faltam.
     Se há a parte espiritual da festa do nascimento de Jesus Cristo, há o lado humano da festa que é a própria festa. Um jantar caprichado, uma sobremesa diferente e a oração por aqueles que são saudosos na nossa memória. Quando se tem boa vontade, a gente faz festa com sanduíche de queijo e balas de goma e se está contente.
     Voltemos às mensagens cristãs que eu recebi. Eu não tinha tempo de assisti-las ou retribuí-las. Liguei para a moça e disse que agradecia, mas que conversaria noutro dia com ela e, pessoalmente.
     Se ela tivesse mandado as mensagens cristãs alguns anos atrás, eu as “apagaria” sem problema e, quando e se há encontrasse algum tempo depois eu diria que havia recebido as mensagens e que agradecia a boa vontade dela para comigo...
     Ontem eu tinha lido uma epístola de São João, onde dizia: “conversamos pessoalmente, o que é preferível”.
     A minha resposta diante de uma mesma circunstância foi outra, muito mais polida.
     Mas não era a minha resposta, era o texto que eu acabara de ler, quando recebi a mensagem cristã em vídeo.
     Eu me pergunto se, quando terminar de ler a Bíblia eu voltarei a ter a resposta anterior, acredito que não.
     O tempo para assistir a mídia eletrônica de final de ano é pouco. As mensagens são lindas e é bom guardá-las para assisti-las durante o ano que se iniciará daqui a um mês e pouco.
     Disse à minha amiga que eu continuarei a ser amiga queira ela ler ou não ler a Bíblia. O amor ao próximo é o resumo do livro. Toda a sabedoria sem esse conceito não leva ao resultado da comunhão com Deus.
     Viver é um desafio constante. Busca-se a paz, busca-se a fraternidade, busca-se a confraternização, busca-se a harmonia, busca-se a satisfação de todos os que convivem conosco.
     Por melhor educados que sejamos não temos sempre as melhores respostas para todas as dificuldades enfrentadas. Dificuldades universais como as da natureza e da própria falibilidade humana se, apoiados pelo conhecimento de Deus, tornam-se mais fáceis de resolverem, conforme está escrito que o fardo Dele é leve e o jugo é suave.
     A experiência ainda não terminou, faltam alguns dias para concluí-la, mas posso assegurar que o amor de Jesus Cristo acompanhou e me acompanha durante o ano.
     A minha amiga é católica apostólica romana e pensou que, talvez, eu quisesse fazê-la mudar.
     Respondi que não queria que ela mudasse em nada, inclusive disse a ela para ler a Bíblia Católica Romana. A escolha da edição e da editora é livre.
     A resposta é que faz a diferença. Permita-me ser óbvia aos leitores e leitoras: não digo da resposta da minha amiga. A resposta é a sugestão de uma resposta boa para os problemas do dia a dia inserida no livro.
     Concluindo, chegamos ao entendimento de que o bem é para todos e que as edições são muitas, mas a ideia é uma só, a ideia é aquela escrita no resumo do livro.
     Peço que reflita quem quiser ler e que escolha um dos livros que compõe a Bíblia e leia do começo ao fim esse livro, sem pular frases ou parágrafos, pensando que o que ali está escrito tem por finalidade uma comunhão particular entre o leitor e o próprio Deus.  
      

     

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