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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Desafio / Reflexão

Desafio / Reflexão

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Hoje a crônica se torna impossível porque envolve covardia e falso moralismo.

Os covardes eram em número variando entre seis a nove pessoas, entre eles homens e mulheres bem afeiçoados e bem vestidos. Contavam como capacidade o que não passou de uma infâmia arrogante.

Deixei o meu café com a xícara pela metade, tamanho o mal estar espiritual que senti. Deixaram uma senhora em má situação sem que a mesma tivesse feito algo de errado.

Saí para tomar ar e, pasmem com o que vi: oito mulheres moralistas, que aguardavam o momento para julgar e deixar a tal mulher condenada.

Esse é o meu desafio: dizer sem contar.

O lugar é para o público e muita gente ouviu o acontecido.

Não pensei encontrar a covardia ao lado do falso moralismo de tal maneira óbvia, certeira na ruína de alguém que nem sei o nome. Posso dizer que a mesma deu queixa e os covardes receberam uma punição pela brincadeira de péssimo gosto.

As oito mulheres moralistas ficaram sabendo do que o grupo de covardes fez.

Essa mulher, sobre a qual não posso dizer se é boa pessoa ou não, por certo não mereceu ser assunto de cafeteria de uma maneira vil.

Os covardes, recebedores da punição, contaram a vilania na frente das mulheres moralistas, vingando-se da punição com um possível castigo à vítima, possivelmente elaborado pelas mulheres moralistas.

As mulheres moralistas com ar sério, irretocáveis na conduta, o que piamente acredito. O excesso de conservadorismo é que pode fazer com que elas queiram dar alguma lição de moral na pobre mulher.

As risadas dos covardes aumentavam à medida que sabiam que poderiam deixar a mulher em situação pior àquela causada pela brincadeira deles.

Talvez porque até hoje não houvesse presenciado tal situação, nunca entendi corretamente o sentido da expressão falso moralismo. O moralismo praticado sobre uma situação falsa, ou forjada, é falso.

Também não havia presenciado a covardia se apropriando do moralismo para uma vingança injusta.

Some-se o total de pessoas e teremos dezessete pessoas contra uma mulher.

Naturalmente, virão pessoas em auxílio dessa mulher e ela não mais saberá diferenciar as pessoas, haverá tantas pessoas em torno dela quantas forem necessárias para o seu bem estar.

Eu saio para encontrar-me com as crônicas, mas hoje ela seria impossível.

Que essa situação fique com os conhecimentos sobre o ser humano.

Em particular, contei o que vi e ouvi para duas pessoas: uma chorou e outra esbravejou.

Nada mais deve ser dito.

Um comentário:

Jossara Bes disse...

Oi, Yayá!
Falsos moralistas! Olhos julgadores proliferam-se!
Tenha um lindo dia!
Beijo carinhoso!