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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Bragi – o deus da poesia / mitologia nórdica

Bragi, deus da poesia.clip_image002

I

Os seus cantos as guerras entoavam,

O deus versos declama poesias;

Evocado nos gelos que inflamavam

Os mais nobres desejos. Fantasia

Dos gigantes vencidos que ensejavam

A fronteira do céu ao vir desse dia.

II

Da presença de Iduna desfrutavam

As maçãs preciosas. Dividia,

A divina, a beleza que esperavam,

Numa caixa guardada que aprazia.

Eternizam os deuses que encontravam

Juventude, a vaidade em primazia.

III

Ao seguirem maçãs, auto-invocavam

Os poetas: Verseja todo o dia

Ao lirismo que faz desse divã

O pensar numa vida, assim vadia.

Resolvendo ficar na tal maçã

Cuidará da verdade luzidia.

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