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sábado, 25 de setembro de 2010

Dualidade, um poema dividido.

 

Nova Galé

Dualidade

Um oceano nos separa.

A dor presente, tão distante,

Do quebrantado escancara

O sofrimento. Num instante

A marejada vem e ampara.

O amanhã vem adiante

Configurado e repara,

Desconcertado e conflitante,

Repartição do ser que para

Em um passado, inconstante.

Depois do mar, do amor para

Com o presente confiante,

Uma unidade então compara

O enfadamento elegante

À divisão feita de apara.

Ressurgimento em um mirante

Superior, n’outra seara

Originado. Navegante

De outras galés, uma antepara

A uma abertura consoante.

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