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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Manhã

Manhã

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Poesia, de manhã é burburinho,

Transita por todo o caminho,

Buscando o que se há de querer,

 

Cantando a seguir passarinho,

Seguindo o dia a fazer um ninho.

E, sem saber se vai chover,

 

Trazendo ao bico o seu gramíneo,

 

Constrói seu mundo, o seu fazer.

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