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sábado, 17 de março de 2012

Ideação ao Galiambo

Ideação ao Galiambo
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Cavalgando em plano
Estará o que vê
A sonhar galiambo...

Vi o cavalo branco
Galopar por entre
O passar de plano,

Empinando o flanco,
Relinchando se atém
A apreciar o campo.

Do indomável canto
Do selvagem trem
Apitando ao tranco.

Napoleão de manto,
Que ao fugir de alguém,
O deixara em pranto.

E sabia, no entanto,
Ser servil ao rei
E o seu digno mando.

Nesse vil engano,
Protestava além
Da emoção: zurrando.

Vi o cavalo branco,
Napoleão também;
E acordei sonhando.

6 comentários:

Marly Bastos disse...

Um mais que histórico! É bom quando sonhamos cultura e no galope do cavalo branco de Napoleão.
Beijokas doces e bom domingo.

IDERVAL TENÓRIO disse...

É o sonho da liberdade, é o grito da independencia,é o livre pensar, é a lei do ventre livre na essência da palavra, é a vida a cavalgar,galiambo,galiambo, como Napoleão e este branco eqüino.É um sonho.Iderval.

manuel marques disse...

Gostei deste galope.

Abraço.

mfc disse...

Li a liberdade dita de uma forma alegre e descontraída.
Beijinhos.

Sonia Guzzi disse...

Cavalo branco, que inspirou lindamente a poetisa.
Beijo, em divina amizade.
Sonia Guzzi

Elisa T. Campos disse...

Bem criativa.
Linda inspiração.

Beijos.