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O blog da Nina, menina que lia quadrinhos.

terça-feira, 12 de maio de 2026

Pescaria na Biblioteca / Reflexão


Pescaria na Biblioteca / Reflexão


     Esta ideia minha é a amizade que sinto pelos leitores, hoje sobre as minhas pescarias literárias, que tanto fazem sentir bem a alma.

     Na hora do lanche pensei em como o meu pensamento é moldado pelos livros e pelas experiências, nem sempre más, mas sempre positivas para as próximas vezes.

    E de pronto, vieram os últimos livros utilizados. Segue a lista desordenada e útil: Cícero, Jorge Amado, Guimarães Rosa, Ernest Hemingway, Guy de Maupassant, e por aí seguem os livros e a fila é longa.

     A fidelidade na leitura dos sessenta e muitos livros da Bíblia são de boa lembrança junto a doutrina Católica e Evangélica específica da denominação Batista.

     Os livros mal lidos, mas considerados Best Sellers.

     Os livros básicos que me obrigaram a ler numa semana cultural que terminou com um enorme teste psicológico, e do teste lembro dos três tipos de pessoas: as voltadas ao poder, as voltadas a autorrealização, as pessoas voltadas para a afetividade. As linhas de comando: triangular e a Em linha. Os melhores caminhos para uma vida feliz a partir desses testes. Experiência inesquecível e válida para todos.

     Uma vida refletida em teoria, que na prática nos ajudam a lidar com as brumas das praias vazias, mas não ajudam ao sucesso se não for essa a sua alma interior.

     A arte enquanto estado de espírito, sem vontade dentro da alma, a arte é um passeio com hora para acabar, e depois elogiar ou criticar. Leia-se ensaios sobre a arte e a necessidade dela igual a qualquer outra necessidade básica, como um prato cheio na hora do almoço, para nós, brasileiros.

     Chega a ser engraçado dizer que passei dez dias com Guy da Maupassant, quando em trânsito, cada rua tinha uma página e uma descrição. Ele me ajudou tanto, que apelidei o livro de Guia do Mau Passante, mas eram contos. Um verdadeiro Manual de Instruções, inclusive com dois textos que se referem a nossa cultura, válidos para hoje.

     Muito está em qualquer livro, guardado ou já deixado para que outros leiam.

     O texto não quer dar conselho, não quer convencer ninguém a ler, pois a leitura por quilo não leva a lugar nenhum, tem que ser degustada, experimentada e apreciada, no tempo de ler do leitor.

     Falo das minhas pescarias literárias, mas até isso, a leitura, é individual.

     Essa reflexão me perturbou até ser escrita. Ler é bom.

     Grata pela leitura.

     

      

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