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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Filosofando o “Se”

Se

A partícula “se”, quando o verbo tem a sua conjugação no passado é, em minha opinião, a suposição de como seria algum fato se fosse diferente daquilo que foi. Algo que pode ser enfeitado ou enfeitado, mas que foi o que foi.

Agora, a partícula “se”, no verbo de presente, é o detalhe mais importante na vida de cada ser humano porque visa o foco que se pode elaborar a partir de uma situação real. É a leitura que cada um faz de si mesmo e, da qual, se podem elaborar diversas teorias e imagens a respeito, discutidas e questionadas, pelo ser e por aqueles que têm conhecimento da situação. Neste “se” interferem interesses múltiplos dentro desse contexto. Além das visões otimista e pessimista, têm-se a visão realista.

Este foco, o realista, nem sempre é o melhor foco de determinada situação. Nelson Rodrigues era realista e dramático. Mas, se a realidade, fosse baseada na visão do dramaturgo, todas as esperanças seriam feitas de acordes diminutos e todos os caricaturistas estariam sem ter o que fazer.

Todas as possibilidades da partícula “se”, no tempo presente, devem ser analisadas com a finalidade de verificar as variáveis possíveis e o resultado a ser conseguido incluso na análise. Dizem que esta análise é para engenheiros. Pode ser, mas não custa nada tentar analisar algo com todos os “se” possíveis e deixo a gramática para depois.

O “se” no tempo futuro, é a obrigação de cada um. Sonhos e projetos pessoais não podem ser esquecidos. Nesse caso, se não for o planejado, se descobrirá mais à frente.

Este “se” no tempo futuro é importante porque, sonhos e projetos pessoais são pessoais. Que o outro não sonhe por você para não se decepcionar. Que você sonhe com responsabilidade e carinho pelo mesmo, que não se permita a negação do sonho pelo sonhador; sonhos são bolas de algodão doce e podem se transformar em outros tão bons quanto o original.

Mas, se, pensar diferente, eu deixo o vídeo vindo do vinil e do You Tube...

3 comentários:

Janaina Cruz disse...

Procuro não me impressionar com o "Se" pois ele pode mudar muitas coisas...

XicoAlmeida disse...

Olá Yayá,
Comungo sem querer parecer vaidoso a sua filosofia.
O "se" não deve ser enterrado pois pode ajudar-nos no "é" e os dois juntos no "será".

Abraço e Bfs.

Célia Rangel disse...

Que lindo Yayá... 'é esse mundo bola de algodão, doce, feliz, com o sorriso de criança que sonho, sonho e sonho'...
Obrigada pelo singelo momento: canção e diálogo!
Bjs. Célia.