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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Purificação


Purificação

A canção não para,
Antes, se depara
Com a situação;
Fala o coração

E a tecla dispara
Na cor de uma arara
Que voa na intenção
De ser a emoção

Que, às  vezes, é rara,
Mas que açucara
O sabor do pão.
Purificação.



domingo, 28 de maio de 2017

Luz Divina


Luz Divina

Por trás da cortina,
Luar é céu aberto.
Sem querer desperto
Em lua menina

Que não sabe a sina
Do que é mar incerto,
Ou rio ou chão deserto.
Em luz cristalina

Que se determina,
O horizonte é perto
E nada é tão certo
Como a luz divina.

sábado, 27 de maio de 2017

Comentário sobre a Parábola do Jovem Rico / "Vem e segue-me"


Comentário sobre a Parábola do Jovem Rico / "Vem e segue-me"

     Ao ler a Bíblia, deparo-me com esta parábola do Evangelho de Mateus: 19,21. Jesus pede para o jovem rico que abandone os seus bens e o siga.
     Nós, evangélicos, podemos ler a Bíblia, enquanto leigos e dela extrairmos pensamentos e reflexões pessoais, particulares em acordo com a existência que vivemos.
     Pode-se ler a parábola ao pé da letra e concluir que Ele não queria que ninguém fosse apegado unicamente aos bens materiais para que o pudesse seguir.
     Mas essa riqueza pode ser considerada como o orgulho e essa ilação cabe a nós, evangélicos.
     Se Jesus, por exemplo, lhe pedisse para deixar de ir até a igreja para segui-lo através da Bíblia. Como é que você reagiria? Ficaria triste, sentiria-se ofendido, magoado, pois você é uma boa pessoa e nada fez para que acontecesse tal pedido. Mas o pedido não te exclui Dele, ao contrário, te coloca mais perto Dele.
     Você certamente se sentiria pobre e nem se lembraria das Bem-aventuranças que Ele mesmo ensinou.
     Ele veio para te dar a vida e a vida em abundância, Ele não quer que você seja pobre, que você passe por necessidades, não é nada disso. Ele quer que você tenha o que é bom para você.
     A essa altura você pensa em transferir-se para outra igreja e acha que assim dará um jeito de conciliar o pedido Dele com a sua vontade e está errado. Mas, simplesmente, isso não é preciso e não é preciso porque não foi isso o que Ele pediu. Ele pediu para você se interessar mais por Ele do que pelas suas boas atividades, ora, ir à igreja é uma boa atividade.
     O ideal é ser cristão, não é ir à igreja como se vai à escola, embora a escola da igreja seja fundamental em algum momento da sua vida.
     Descobrir o que Ele quer que você faça por Ele, é ajudar a igreja e você chegou a ficar triste e pensar em mudar.
     Dificilmente alguém tem tanta certeza de estar no lugar certo até que compreenda o que Ele quer. Ele quis que eu fosse católica-evangélica, pois é a essa doutrina que os batistas seguem.
     Agora falo como se falasse comigo mesma e não tivesse os amigos que me leem.
     Conheço gente a quem Ele quis que fosse evangélica e gente que Ele quis que seguisse outros caminhos cristãos.
     Eu tive uma conversa interessantíssima sobre o assunto e cheguei à conclusão de que estou no melhor caminho e vou até a igreja todas as semanas, mas da maneira que Ele quer.
     Eu penso que a minha função perante Ele é andar com um pacote cheio de palavras boas e as distribuir por onde passar, inclusive dentro da igreja.
     A função da igreja, no entanto, é outra e esse assunto é para os religiosos e eu os chamo de escolhidos para essa função.
     Assim sendo, não importa o meu ânimo pessoal ou estado de espírito, eu distribuo palavras boas e que estejam fundamentadas em algum versículo ou parábolas do Novo Testamento. Essa é a minha tarefa.
     Essa não é tarefa de toda a gente. Eu tenho uma amiga que discorre sobre os provérbios do Antigo Testamento com profundidade; essa é a função dela. Ela não usa somente as palavras doces e de amor ao próximo; ela diz sobre o que pode ou não acontecer em decorrência das leituras dela do livro dos Provérbios. Eu reconheço o talento dela e sei que esse não é o meu talento. Conversar com ela é um aprendizado.
     Volto ao início, Jesus pede que abandonemos algo que consideremos como riqueza e o melhor caminho é segui-lo, mesmo que possamos ficar tristes por alguns instantes.
     O contato entre as igrejas é permanente e acredito que sabendo-se que o cristão segue o caminho por Ele vocacionado, a igreja, enquanto edifício também é edificada por Deus constantemente quando o cristão segue a Cristo conforme a vontade Dele.
     Enfim, a parábola, sob esse ponto de vista, pode ser lida de outra maneira. 
     

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Fotografias


Fotografias

Essas fotografias
São d'umas correrias
Do dia que já passou;
O que foi e o que ficou,

Mas não têm nostalgias.
São mais alegorias
Poéticas de onde estou,
Do que fiz e quem sou;

Retrato e fantasias
Que se impõe de alegrias,
Sorrisos que se doou,
Bom dia que se gostou.


quinta-feira, 25 de maio de 2017

Aliança Para o Amor / Crônica do Cotidiano

Aliança Para o Amor / Crônica do Cotidiano

     Voo São Paulo - Curitiba. Há que se regressar, a casa é o lar.
     As companhias aéreas, ontem, em São Paulo, reuniram-se para o voo São Paulo - Curitiba.
     Os portões de embarque mudavam a cada cinco ou dez minutos. Pega a bagagem e muda de lugar até a hora do voo.
     Vamos aos pedidos de desculpas, e, pela ordem.
     O primeiro pedido de desculpas vai ao provocador lá fora, na área reservada aos que gostam de tomar ar e jogar conversa fora. Sim, eu mesma.
     As primeiras desculpas vão para as aeromoças, não sei de qual companhia aérea, mas quando o moleque olhou para a minha bolsa e me ameaçou com o olhar dizendo que se chegasse onde ele estava, eu perderia a bolsa e, depois de um viajante ter perdido dois mil e quinhentos reais - bom esse fato do furto dentro do local foi o que me fez dar uma volta lá fora. Encontrei um moleque e corri para junto das aeromoças, que foram solícitas, mas tinham que embarcar e disseram para eu ficar ali onde elas estavam depois que elas saíssem.
     As segundas desculpas vão para os agentes provocadores. Cada um tomou um dos lados de uma das ruas do aeroporto e, os carros que passavam, receberam seguidamente uma lata de refrigerante vazio atirados sobre os pneus.O que eles falavam como motivo de provocação eu não dizer especificadamente, mas reclamavam da falta de comando para botar ordem na casa. Extremamente cansada e sem pensar em medir palavras, reclamei para um taxista que estava por perto. Os agentes provocadores ouviram e um dos atiradores de lata, olhou para mim e disse:
     _O que?!
     Depois disso, largou a lata e veio atrás de mim. Corri para a porta de dentro e ele, de fora, gritou:
     _Entendeu? É isso! Isso é comando.
     Os avisos do aeroporto seguidamente pediam para não conversar ou dar dinheiro a ninguém que estivesse sem malas de viagem.
     Deixo os meus pedidos de desculpas por não saber exatamente do que se tratava, pois o meu celular não estava bem conectado à internet.
     O terceiro pedido de desculpas vai para o deputado paranaense que estava à minha frente dentro do avião. Pedi desculpas na hora, mas reitero o pedido de desculpas ao levantar a minha bagagem que estava sob o banco da frente e encostar com ela sobre ele. Desculpas sinceras. Ao colega dele, também, pois não houve a menor intenção de incomodá-los.
     O avião tinha vindo de Brasília e até a companhia Air China entrou nesse acordo, segundo os porta-vozes do aeroporto.
     Para especificar o voo sem dizer do qual se tratava, digo que eu estava naquele voo que se atrasou por alguns minutos, porque alguém comprou uma passagem, embarcou a bagagem e não compareceu ao voo. Por motivos de segurança, a companhia da Aliança Para o Amor decidiu por bem localizar a bagagem e retirá-la do avião que tinha mais de cem pessoas à bordo por motivos de segurança.
     Estava no voo Aliança Para o Amor por coincidência.
     À saída, o comandante da aeronave pediu para que os passageiro que vinham de Brasília se retirassem junto com os passageiros obrigatoriamente; o avião aterrissou ligeiramente brusco e, provavelmente teria que olhar os pneus.
     Boa leitura à todos nós que demos Graças a Deus quando o avião - quase boeing- desceu no Aeroporto paranaense.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Arqueologia



     Por enquanto fica a imagem. Depois a história completamente condizente com a época dos aquedutos romamos. Século I depois de Cristo.

domingo, 21 de maio de 2017

Agradável Surpresa / Crônica do Cotidiano


Agradável Surpresa / Crônica do Cotidiano

     Não que eu creia exageradamente, mas algo intervém e eu chamo essas intervenções inesperadas de Deus.
     Estávamos num grupo de pessoas e havia uma única pessoa que não falava português. Uma senhora de Mumbai, da Índia e ela só falava inglês.
     Comecei a conversar e tivemos uma boa conversa substituindo as palavras que não sabíamos exatamente o significado por similares que possibilitassem o diálogo.
     Conversa vai e conversa vem, ela me conta que é médica.
     Eu toco piano e cuido da casa, conforme não me canso de dizer e contei a ela, propiciando a ela até mesmo evitar de conversar comigo, mas não foi o que aconteceu.
     Ela continuou a conversar e eu perguntei a especialidade dela e ela é oncologista na Índia estando na cidade em turismo após participar de um simpósio - "simposium"para ela.
     Inteligente, perspicaz e observadora.
     Após horas de conversas até mesmo engraçadas porque eu estou resfriada e ela perguntou o que eu comprei na farmácia e eu mostrei a ela o pacote com o antigripal e ela me disse que o resfriado vai-se demorar porque o remédio não contém antialérgico, mas riu-se e disse que não estava aqui para trabalhar e sim para descansar.
     Por fim, ela me mostrou o telefone dela e pediu: Google it.
     É bom para quem lê, saber da possibilidade de uma conversa muito simpática entre médica e não paciente, mas conhecimentos de passeio.
     É o que eu faço agora, digo que tive uma conversa profícua com uma médica oncologista de Bombaim, da Índia.
     TAMBÉM CONVERSAMOS SOBRE JESUS, RÁ, SHIVA, MARIA E SOBRE A FÉ EM DEUS.
     O SER HUMANO, A FÉ, A MEDICINA, O PITORESCO E AS PAISAGENS QUE TIVEMOS.
     Um abraço a todos vocês.