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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Manhã de Sol

Manhã de Sol



Caminhar feita a turista,
Pela cidade apressada,
É reconhecer a vista
Que se nega a ser cansada.

Olhar vitrine estilista,
Tomar uma laranjada,
Parece rosto de artista,
Mas é estar-se descansada.

Insiste em ser otimista
Essa manhã ensolarada.
A partitura está à vista,
Mas que seja à tarde dada.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Estética


Estética



Musicada
Dentre a métrica,
Revelada.

Declarada,
Toda a estética
É encontrada.

Silenciada,

Faz-se poética. 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Cor-de-Rosa

Cor de Rosa


Para ver lá fora,
É preciso sair
E ver que esse agora

É uma caneta nova
Que quer se distrair,
Pensar cor-de-rosa.

Um jardim que aflora

Pra ver e sentir.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Poema Abstrato

Poema Abstrato


(acima a arte abstrata do word do windows gratuita)



E tudo o que se disser,
Terá sido para alguém;
Interpreta-se o “mister”,
Mas, contar sabe-o ninguém.

O espírito se souber,
Guarda em si e a todo o seu amém;
Palavra, que se quiser,
Não exprime o quanto contém

Nesse ir e vir ao sequer.
A questão é quando, onde e quem,
E um xis é a incógnita, o vier.
Deixa estar, pensar, porém. 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Compensação

Compensação


Fim de tarde

E a lenha arde

No fogão.



Sem alarde,

E, destarte,

É a ilusão



Que reparte

E assa o pão.


domingo, 21 de agosto de 2016

A Contar


A Contar



                               É a gente festeira,
Um Rio a emocionar,
Festa brasileira.

Hoje é a saideira
Da história a contar;
Esporte à cadeira

É uma brincadeira,

Televisão no ar.

sábado, 20 de agosto de 2016

Relíquia


Relíquia



Ler, com chuva, é recreio,
Todavia necessário,
Sem estudos ao meio.
É lazer sem horário,

Ou lugar de passeio,
Com visão e itinerário
Ao primeiro folheio
De um devir literário.

Não se entende o receio
Do saber relicário,
Quando é bom esse esteio
E não é enfeite de armário.