Luz Artificial
Não é o caso daquele livro,
Semelhante e desigual,
E assim se bendiz o vidro
Quando não é um espelho igual,
É só vidro, mas sem crivo,
A janela é individual
Feita para ser abrigo,
E a esquadria a consegue igual
À noite, luz sem perigo,
Um nada, tempo normal,
Não é espelho, continua vidro;
Autor é livro, e a luz, real.
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