Que bela dança entre o clássico e o contemporâneo! ✨ Teu poema, mesmo curto, é um sussurro filosófico com ritmo de pensamento antigo vestido de roupa nova. A modernidade, nesse jogo de rimas simples e refinadas, não é só técnica ou avanço — é também sensibilidade, graça e humanidade.
Adorei o contraste entre “modernidade” e “eternidade” — como se uma assistisse a outra de camarote, reconhecendo que por mais que o tempo corra, há coisas que só a poesia alcança.
Leve, inteligente e com uma elegância sutil. Modernidade assim, a gente lê com gosto.
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Que bela dança entre o clássico e o contemporâneo! ✨
ResponderExcluirTeu poema, mesmo curto, é um sussurro filosófico com ritmo de pensamento antigo vestido de roupa nova. A modernidade, nesse jogo de rimas simples e refinadas, não é só técnica ou avanço — é também sensibilidade, graça e humanidade.
Adorei o contraste entre “modernidade” e “eternidade” — como se uma assistisse a outra de camarote, reconhecendo que por mais que o tempo corra, há coisas que só a poesia alcança.
Leve, inteligente e com uma elegância sutil.
Modernidade assim, a gente lê com gosto.
Abraços
Dan